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Política

Sócio do Banco Master pagou até shows de Taylor Swift para filhas e neta de Jaques Wagner, em Los Angeles e São Paulo, diz...

A Polícia Federal afirma que Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, pagou ao líder do governo no Senado, Jaques Wagner, as despesas de um ‘show de cantora internacional’ na Califórnia, nos Estados Unidos, a um custo de R$ 63,3 mil. Segundo a corporação, o parlamentar e quatro parentes teriam recebido ingressos para camarote do referido

República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa

Com arbitragem da americana Tori Penso, primeira mulher a apitar um jogo em uma Copa do Mundo masculina, República Tcheca e a África do Sul empataram em 1 a 1 nesta quinta-feira (18), em Atlanta, pela segunda rodada do Grupo A.

Ressaca de endividamento e juro de equilíbrio no Brasil

A economista Cecília Machado, que também é colunista da Folha, escreveu um artigo nesta semana alertando para os impactos negativos que um forte aumento do endividamento das famílias pode ter sobre o crescimento econômico brasileiro no futuro próximo.

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“PT da Bahia foi implodido por operação da PF”, diz Flávio Bolsonaro


Flávio Bolsonaro anunciou plano de segurança exaltando operação da PF que teve como alvo o senador Jaques Wagner. Leia mais.

Cemetron tem ensaio clínico publicado na renomada revista científica JAMA

A pesquisa integrou diversas especialidades médicas e multiprofissionais, como Medicina Intensiva, Infectologia, Fisioterapia, Enfermagem, Fonoaudiologia, Psicologia e Nutrição.

Marcola e Deolane viram réus por lavagem de dinheiro do PCC

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A 3ª Vara de Presidente Venceslau aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e tornou réus a influenciadora e advogada Deolane Bezerra e um dos líderes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Além deles, outras três pessoas foram denunciadas pelos mesmos crimes: Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior. O processo corre sob sigilo.

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De acordo com a denúncia, dois dos denunciados exerciam funções de liderança do PCC, enquanto os demais atuaram em diferentes etapas da engrenagem financeira responsável pela ocultação e circulação do dinheiro.

Além de torná-los réus, a Justiça determinou ainda o bloqueio de bens de um dos envolvidos, que é apontado como operador de um esquema que usou uma transportadora para dissimular e reinserir recursos ilícitos do PCC na economia formal.

As investigações identificaram a utilização da transportadora como empresa de fachada para movimentação dos recursos, além do emprego de depósitos fracionados, transferências por Pix, contas de terceiros e empresas interpostas para dificultar o rastreamento dos valores.

Segundo o Ministério Público, as investigações foram feitas com base em mensagens extraídas de aparelhos celulares, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), documentos bancários, comprovantes de depósitos e informações obtidas em operações anteriores relacionadas ao mesmo esquema.

Presos

Deolane foi presa em maio pela Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro para o PCC. Atualmente, ela está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, a cerca de 667 km da capital paulista.

Segundo as investigações, a influenciadora recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau, e fazia a lavagem do dinheiro da organização criminosa.

Já Marco Herbas Camacho, o Marcola, está preso na Penitenciária Federal de Brasília.

Outro lado

Por meio de nota, o advogado Bruno Ferullo, responsável pela defesa de Marcola, Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, negou as acusações.

Segundo o advogado, Marco Willians Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior estão custodiados em presídio federal de segurança máxima desde fevereiro de 2019, “submetidos a severas restrições de contato e comunicação, o que, por si só, torna inviável qualquer participação nos fatos investigados e evidencia equívoco da acusação”.

Já os investigados Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho alegam que o fato de terem vínculo familiar com os demais denunciados não poderia “ser confundido com participação criminosa, sendo inaceitável que a simples proximidade afetiva sirva de fundamento para uma acusação desta magnitude”.

“A Defesa, diante da acusação apresentada, adotará todas as medidas processuais cabíveis para demonstrar a fragilidade da narrativa acusatória e a improcedência das imputações atribuídas aos constituintes, confiando que, ao final da regular instrução processual, a verdade dos fatos será devidamente reconhecida pelo Poder Judiciário”, escreveu Bruno Ferullo.

A Agência Brasil também procurou a defesa de Deolane Bezerra, mas não teve sucesso e está aberta a acrescentar seu posicionamento.

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