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Jonatta Kauã de Souza Gomes
Escola Estadual Bartolomeu Lourenço de Gusmão
Um adolescente morreu em um acidente na tarde do domingo (10), em Vale do Anari (RO). Jonatta Kauã de Souza Gomes, de 16 anos, estava pilotando uma motocicleta e bateu contra um caminhão.
Com a força da batida, o jovem foi arremessado para fora da pista. Segundo o boletim de ocorrência, o motorista do caminhão contou que o adolescente invadiu a pista contrária e batido de frente, na parte esquerda do caminhão.
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A vítima foi identificada pela perícia e, depois dos trabalhos no local, o corpo foi liberado para a funerária. A motocicleta foi retirada do local pelos familiares.
A escola onde Kauã Jonatta estudava cancelou as aulas desta segunda-feira (11) e decretou luto. Em nota, a escola onde o adolescente estudava disse que Jonatta Kauã era um aluno dedicado, educado e respeitoso com colegas e profissionais da instituição.
Leia a nota completa:
Nota da escola de Jonatta Kauã
Escola Estadual Bartolomeu Lourenço de Gusmão
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Prisões ocorreram em São Paulo, Rondônia, Paraná, Ceará e Rio Grande do Sul.
Em uma operação contra um esquema de fraudes eletrônicas, a Polícia Civil prendeu 10 pessoas suspeitas de invadir a conta da plataforma gov.br de um empresário do Distrito Federal para assumir o controle de uma empresa do ramo de material de construção, localizada em Planaltina.
Segundo a PCDF, o grupo criminoso causou prejuízo de cerca de R$ 3,5 milhões ao empresário. A investigação aponta que o crime aconteceu em fevereiro de 2025.
As prisões ocorreram em cinco estados: duas em São Paulo (SP), duas em Porto Velho (RO), três em Foz do Iguaçu (PR), duas no Ceará e uma no Rio Grande do Sul.
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A organização criminosa é acusada de usar técnicas de engenharia social, falsificação de documentos e manipulação de dados para acessar a conta da plataforma gov.br da vítima.
Depois disso, os suspeitos transferiam a titularidade da empresa da vítima para nomes de terceiros ligados ao esquema e abriam contas bancárias para movimentar o dinheiro obtido ilegalmente.
➡ Uma jovem de 22 anos, moradora de Foz do Iguaçu (PR), teria recebido cerca de R$ 50 mil para ceder os dados pessoais usados na fraude, segundo a PCDF.
Organização interestadual
Conta gov.br: o que fazer para evitar golpes e proteger seus dados
As apurações identificaram ao menos 12 integrantes da organização criminosa, distribuídos em estados como Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Rondônia e Rio Grande do Sul.
Segundo a corporação, o grupo atuava de forma coordenada e usava ferramentas como VPNs, e-mails descartáveis e dados de terceiros para dificultar o rastreamento.
Para dar aparência de legalidade ao esquema, os investigados também simulavam transações comerciais com emissão de notas fiscais falsas, criando créditos fictícios negociados com empresas do setor financeiro.
A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 3,5 milhões em contas bancárias dos investigados e o sequestro de imóveis comprados com dinheiro do golpe, entre eles um apartamento em Foz do Iguaçu e três imóveis em Porto Velho.
Os suspeitos podem responder por estelionato eletrônico, falsificação de documento público, uso de documento falso, falsa identidade e organização criminosa. Segundo a PCDF, as penas podem ultrapassar 25 anos de prisão.
Aplicativo Gov.br
Iris Costa/g1
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