Se Liga Rondônia
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Política

Delegado Araújo defende diversificação da economia e fortalecimento da produção regional

Ex-prefeito de Pimenta Bueno debateu sobre mineração, floresta plantada, agroindústrias e cooperativismo Em uma entrevista à Rádio Romiporã FM, nesta semana, o ex-prefeito de Pimenta Bueno, Delegado Araújo, defendeu a adoção de políticas voltadas à diversificação da economia como caminho para impulsionar o desenvolvimento de municípios do interior de Rondônia, como Pimenta Bueno, Cacoal, Espigão […]

Ex-governador Ibaneis Rocha desiste de concorrer ao Senado pelo DF


O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha declarou nesta quarta-feira ter desistido de concorrer a uma vaga no Senado.

Mulheres sabem votar e governar

Homem em surto ameaça matar socorristas do Samu em atendimento no canil de Apucarana

m homem foi preso na tarde desta quarta-feira (08) após ameaçar uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com um taco de beisebol durante uma ocorrência no Canil Municipal de Apuc...

ENQUETES


Suspeito morre em tiroteio com a PM e corpo amarrado é encontrado em porta-malas

Troca de tiros deixa um morto e revela cadáver oculto em veículo

Júlia Zanatta questiona “apagão de controle” do Bolsa Família para população de rua


A deputada federal Júlia Zanatta ingressou no TCU com um pedido de esclarecimento diante do dado de que a população de rua que recebe Bolsa Família dobrou

Órgãos federais pedem R$ 330 milhões e acusam hidrelétricas de prejudicar a pesca em RO


Usina Hidrelétrica Reprodução/Ministério Público Federal (MPF) O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU) entraram com duas ações na Justiça para pedir medidas de proteção à Bacia do Rio Madeira, em Rondônia. Os órgãos também cobram mais de R$ 330 milhões em indenizações e querem que o governo federal crie um comitê para ampliar a participação da população nas decisões sobre o uso das águas do rio. As ações têm como alvo as usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau. Segundo o MPF, a instalação e a operação dos empreendimentos provocaram uma forte redução no estoque de peixes da região e afetaram a atividade pesqueira das comunidades ribeirinhas. De acordo com a ação, o bloqueio das rotas de migração dos peixes reduziu em até 95% a quantidade de espécies de alto valor comercial, como a dourada e o filhote, em algumas comunidades ribeirinhas. Para o MPF, a situação afetou diretamente a renda e o modo de vida dos pescadores. LEIA TAMBÉM: Indígenas bloqueiam trecho da BR-364 para cobrar melhorias na saúde em aldeias de RO Arraial Flor do Maracujá será realizado em agosto, em Porto Velho; confira as datas O que diz uma das empresas Em nota, a AXIA Energia afirmou que a UHE Santo Antônio executa suas ações socioambientais conforme o Projeto Básico Ambiental (PBA), sob acompanhamento dos órgãos competentes. A empresa informou ainda que já investiu mais de R$ 2,6 bilhões em programas voltados ao monitoramento ambiental, conservação da biodiversidade e desenvolvimento social. Sobre a ação, a companhia declarou que irá apresentar seus esclarecimentos e exercer seu direito de defesa nos autos do processo. O g1 entrou em contato com as outras instituições citadas na reportagem, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Veja os vídeos em alta no g1: Agora no g1 Na segunda ação, o MPF, o MPT e a DPU pedem que a União e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) instalem o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Madeira e a Agência de Águas responsável pela gestão do rio. Segundo os órgãos, o governo federal está há mais de 15 anos sem criar essas estruturas, o que impede que pescadores, indígenas e ribeirinhos participem das decisões sobre o uso dos recursos hídricos. Como medida urgente, as instituições também pedem à Justiça a suspensão de novos licenciamentos ambientais para grandes empreendimentos na Bacia do Rio Madeira, como a usina binacional e a hidrovia do Madeira, até que sejam realizados estudos independentes sobre os impactos acumulados no rio. Caso o Comitê de Bacia não seja criado no prazo de um ano, os órgãos pedem que a ANA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam) fiquem impedidos de emitir ou renovar licenças e autorizações para grandes empreendimentos na região. O MPT também argumenta que os impactos atingem diretamente os trabalhadores das comunidades tradicionais. Segundo o órgão, a redução da pesca comprometeu a principal atividade econômica de milhares de famílias, levando parte delas a buscar outras formas de sustento, como o garimpo ilegal. Pedidos de indenização Nas ações, o MPF, o MPT e a DPU pedem que as concessionárias paguem, no mínimo, R$ 250 milhões para reparar os danos ambientais causados ao Rio Madeira. O valor também poderá ser cobrado da União e do Ibama de forma subsidiária. Além disso, os órgãos pedem que a Santo Antônio Energia seja condenada a pagar R$ 50 milhões por danos morais coletivos e que a Jirau Energia pague R$ 30 milhões pelo mesmo motivo. Segundo a ação, os recursos devem ser destinados a projetos de recuperação ambiental e de apoio às comunidades ribeirinhas. As instituições também solicitam que as empresas adotem medidas para recuperar o estoque de peixes do Rio Madeira, reduzir os impactos ambientais e fortalecer a pesca artesanal e outras atividades tradicionais das comunidades afetadas. O pedido inclui a participação de pescadores e representantes das comunidades na definição dessas ações.

TJRO divulga I Fórum de Integração, Gestão e Desenvolvimento, voltado ao fortalecimento da gestão pública em Rondônia

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) divulga a realização do I Fórum de Integração, Gestão e Desenvolvimento, que ocorrerá no dia 14 de julho de 2026, no Teatro Banzeiros, em Porto Velho. O evento reunirá gestores públicos municipais, autoridades estaduais e federais, representantes de instituições parceiras, consórcios públicos e entidades municipalistas para discutir iniciativas […]

Área técnica do Cade aprova fusão entre Paramount e Warner por US$ 110 bi

Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou sem restrições a aquisição da Warner pela Paramount, em uma operação avaliada em US$ 110 bilhões. A área técnica ...

A Era Neymar e a Era Gilmar

Fonte: UOL Noticias

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