A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (11) uma queda de seu lucro no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado, apesar da produção elevada e dos altos preços do petróleo.
Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira, 11, a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo. Ele é julgado pelo Supremo Tribuna...
ão Paulo, 11/05 - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza na quarta-feira (13) novos leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) para o setor do arroz. Em nota, a estat...
Estudantes da USP, Unesp e Unicamp e vereadores do União Brasil entraram em confronto durante ato nesta segunda-feira (11) na região central de São Paulo.
O ato promovido pelos universitários foi realizado próximo à reitoria da Unesp. Eles pediam melhores condições de permanência estudantil e mais apoio do governo estadual às instituições.
Durante o ato, os vereadores Rubinho Nunes, Douglas Garcia e Adrilles Jorge, do partido União Brasil, foram ao local e provocaram os estudantes, resultando em agressões, conforme relato dos estudantes.
“Houve uma briga generalizada no local. A confusão foi contida pela PM. Não há informação sobre feridos", informou a Polícia Militar. Segundo a corporação, a manifestação seguiu pacífica após a confusão.
Nas redes sociais, os vereadores Rubinho Nunes e Adrilles Jorge disseram que foram “ensinar aos estudantes que eles não podem fazer greve”.
Nunes relatou, em perfil nas redes sociais, ter sido alvo de soco no rosto, e que teve o nariz quebrado. Já a ativista Simone Nascimento, ligada ao PSOL, compartilhou um vídeo no qual questiona o vereador e é ofendida por ele.
A Agência Brasil procurou os dois vereadores e aguarda retorno.
Segundo o Diretório Central dos Estudantes da USP, a confusão começou quando um pedestre agrediu Nunes e este reagiu com socos e chutes contra os estudantes e sindicalistas, que revidaram.
Após o confronto, o ato continuou e os estudantes decidiram por continuar a greve, que se aproxima de um mês.
A manifestação dos estudantes pretendia acompanhar a reunião das representações das reitorias, professores e funcionários. No entanto, o conselho que integra as entidades desmarcou a reunião, por receio de invasão da reitoria da Unesp.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios condenou o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, a pagar indenização de R$ 20 mil ao PT por dizer que o partido teria organizado os atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Cabe recurso.