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Tenente-coronel é preso tentando entrar no Brasil com mais de 300 ampolas de tirzepatida
Davi Machado de Alencar, tenente-coronel da Polícia Militar de Rondônia (PM-RO) que foi preso em Foz do Iguaçu (PR) com mais de 300 ampolas de medicamentos emagrecedores, também é diretor executivo da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat) em Rondônia.
O tenente-coronel tem 46 anos e foi admitido na Polícia Militar de Rondônia em dezembro de 2011.
➡️De acordo com a Receita Federal, Davi Machado adquiriu os medicamentos no Paraguai e transportava as ampolas de tirzepatida de forma irregular, o que configura crime. Ele pagou fiança de R$ 30 mil e foi liberado na noite de sábado (2).
Nesta segunda-feira (4), a secretaria emitiu uma nota informando que o militar não estava em agenda oficial quando foi autuado e sua viagem não tinha qualquer vínculo com as atividades institucionais do governo de Rondônia.
De acordo com o Portal da Transparência, Davi Machado de Alencar recebe um salário bruto de R$ 45.248,35.
O g1 questionou ao governo de Rondônia se o tenente-coronel deve ser afastado do cargo. A Polícia Militar (PM) informou que deve adotar todas as medidas legais cabíveis quando for formalmente notificada sobre o caso.
A corporação também informou que "não compactua com quaisquer condutas que contrariem os preceitos legais e disciplinares" e que sua "atuação é pautada nos princípios éticos e nos valores institucionais ensinados na caserna".
A Sepat apontou que o militar "sempre desempenhou suas funções como diretor executivo da Sepat com competência, responsabilidade e compromisso com o serviço público".
Receita apreendeu centenas de emagrecedores
Receita Federal
Davi Machado de Alencar é tenente-coronel da PM em Rondônia
Reprodução/ Rede Sociais
Ministro que antes integrou maioria pelas condenações diz que decisões anteriores produziram ‘injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar’ sob argumento de que o STF não tinha competência para julgar os casos.
Indígena Gleicia Arikapu que foi assassinada com um tiro na face
Acervo Pessoal
A técnica de enfermagem indígena Gleicia Arikapú, de 38 anos, foi morta com um tiro dentro da Aldeia Arikapú, na Terra Indígena Rio Branco, zona rural de São Miguel do Guaporé (RO), no último sábado(4). Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi atingida por um disparo no rosto.
O principal suspeito do crime é o marido da vítima. O suspeito se apresentou à Polícia Civil no domingo (3), acompanhado de um representante da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Ele foi ouvido e, em seguida, liberado, já que não havia mandado de prisão e o caso não estava em situação de flagrante. No entanto, nesta segunda-feira (4), o suspeito foi preso.
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De acordo com testemunhas, a motivação pode estar relacionada a ciúmes, mas a circunstância ainda é investigada.
Segundo a polícia, já existiam indícios de ameaças e conflitos domésticos. O suspeito alega que o disparo foi acidental, mas as investigações iniciais apontam o contrário. O caso foi enquadrado como feminicídio.
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Gleicia atuava no polo base de Alta Floresta D’Oeste (RO) e era conhecida pelo trabalho na área da saúde indígena. A morte causou forte comoção entre colegas, familiares e moradores da comunidade Arikapú.
A Polícia Civil informou que segue com as investigações. Testemunhas já foram ouvidas e laudos periciais devem ajudar a esclarecer a dinâmica do homicídio e a possível responsabilidade do suspeito.
Marido de indígena é preso suspeito de matar a companheira
Polícia Cívil/RO
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