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ma mulher foi agredida e teve uma criança retirada de seus cuidados na noite deste sábado (18). A ocorrência começou no Núcleo Habitacional João Goulart e foi posteriormente registrada no Residencial...
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O uso da inteligência artificial generativa já mostra um impacto negativo na empregabilidade e na renda de jovens brasileiros mais propensos a trabalhar em profissões nas quais o uso da tecnologia é maior.
G1 em 1 Minuto RO: Justiça realiza audiência de instrução do caso Clei Bagattini
Os suspeitos de participação no assassinato do dentista Clei Bagattini vão a júri na sexta-feira (24), em Vilhena (RO). De acordo com o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), serão julgados a recepcionista Raqueline Leme Machado e o namorado dela, Maikon Sega Araújo.
Clei Bagattini foi morto a tiros dentro do próprio consultório, em julho de 2024, em Vilhena. O autor dos disparos era um paciente. O caso segue sob sigilo.
Segundo as investigações, o crime foi encomendado, mas o possível mandante ainda não foi identificado. A polícia também informou que os suspeitos teriam se reunido, inclusive em um churrasco, para acertar os detalhes finais do assassinato.
Ainda em julho, Raqueline Leme Machado, de 35 anos, foi presa suspeita de envolvimento no crime. Já Maicon da Silva Raimundo, apontado como o atirador, morreu em dezembro de 2024 durante uma troca de tiros com a polícia, no município de Colniza (MT). Ele ficou foragido por cerca de cinco meses após o crime.
Relembre o caso
Um paciente atirou contra o dentista durante uma consulta em Vilhena (RO). Depois do crime ele fugiu do local, antes da chegada da polícia. A vítima, Clei Bagattini, não resistiu aos ferimentos.
Imagens de câmeras de monitoramento e informações da secretaria do dentista apontam que o suspeito esteve duas vezes na clínica antes do crime: na primeira vez ele pediu para ser atendido especificamente por Clei e na segunda vez foi confirmar a consulta.
Durante coletiva de imprensa, a Polícia Civil revelou que o assassinato do dentista Clei Bagattini foi encomendado. Ou seja, o principal suspeito do assassinato, que continua foragido, foi pago para executar o “serviço”. A polícia ainda não identificou o mandante do crime.
A Polícia Civil de Rondônia divulgou que os suspeitos de envolvimento na morte do dentista Clei Bagattini se reuniram em uma chácara e fizeram um churrasco para planejar os detalhes finais do assassinato.
Outra revelação feita durante a coletiva é que Raqueline Leme, presa por suspeita de envolvimento no crime, é namorada de um outro suspeito preso. A mulher foi detida depois que a polícia descobriu que ela também havia agendado horário na clínica do dentista para possivelmente monitorar seus movimentos.
Além disso, a motocicleta utilizada por Maicon durante a fuga após o crime, pertence ao namorado de Raqueline. A polícia apreendeu uma arma com o casal, que deve ser analisada.
Clei Bagattini, de 50 anos, foi morto a tiros por um paciente que havia tentado marcar uma consulta
Reprodução/redes sociais
Raqueline Leme Machado
Polícia Civil/Divulgação
Maicon da Silva Raimundo (autor dos disparos)
Polícia Civil/Divulgação