Primeira mulher e também a primeira pessoa não japonesa a presidir a Federação de Seitas Budistas do Brasil, Monja Coen relembrou episódios de machismo e discriminação ao longo da sua trajetória no budismo, incluindo situações vividas dentro de templos. No Alt Tabet, do Canal UOL ela contou que chegou a ouvir que não deveria ocupar determinados espaços por ser mulher.
Fonte: UOL Noticias