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Política

Sílvia Cristina afirma que só quem constrói no presente, pode construir o futuro

Durante entrevistas na capital nesta semana, a pré-candidata ao Senado, Sílvia Cristina, afirmou que “só quem constrói no presente, tem a capacidade de construir no futuro. Ou seja, quem nunca provou ser capaz de realizar algo de bom para a população, não pode se comprometer em entregar nada”. Ela reforçou que “eu sei como fazer, […]

Alerta de vendaval abrange todo o Paraná com ventos de até 100 km/h nesta segunda-feira

odo o estado do Paraná entra em alerta de vendaval a partir da meia-noite desta segunda-feira (20), com a previsão de rajadas que podem atingir até 100 km/h. A intensificação dos ventos deve afetar d...

Espanha: antes de nova onda de calor, incêndio próximo a Madri obriga centenas a deixarem suas casas

Um incêndio florestal que começou na quinta-feira (16) a cerca de 100 quilômetros ao norte de Madri, na Espanha, se intensificou e já consumiu mais de 13 mil hectares. Centenas de habitantes foram obrigados a deixar suas casas, anunciaram as autoridades locais neste domingo (19).

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Conheça o ex-dono de restaurante em RO que deixou tudo para lutar na guerra da Ucrânia: ‘Estou do lado certo’


Antônio Piancó atua como piloto de drone e combatente no conflito contra a Rússia Arquivo pessoal Durante seis anos, Antônio Piancó comandou um restaurante de comida japonesa em Ariquemes (RO). Hoje, o rondoniense usa drones e participa dos combates na guerra da Ucrânia. Conhecido pelo codinome "Delta", ele deixou a vida de empresário no Brasil para se voluntariar na linha de frente contra a invasão russa. Em entrevista ao g1, Antônio afirma que a decisão não teve motivação financeira. Pelo contrário: ele contou que gastou mais de R$ 3,5 mil do próprio bolso para comprar equipamentos e conseguir se alistar. "Não estou aqui por dinheiro. Sinto que estou lutando pelo lado certo. Minha intenção não é matar pessoas, mas sim ajudar os ucranianos a defenderem sua liberdade e sua soberania", explica. Antônio é um voluntário civil e nunca serviu ao Exército Brasileiro. Antes de ir para a guerra, ele tinha experiência apenas como atirador esportivo e piloto de drones. Hoje, usa esse conhecimento para operar drones nas frentes de combate. Veja os vídeos em alta no g1: Agora no g1 Da cozinha para a linha de frente Nas redes sociais, Antônio compartilha parte da rotina no front. Em fotos e vídeos, aparece usando uniforme camuflado, capacete, óculos de proteção e com um fuzil nas mãos. Apesar da distância de casa e dos riscos da guerra, Antônio conta que recebe apoio da família. Segundo ele, a mãe, o irmão, a cunhada e os sobrinhos ficaram assustados quando souberam da decisão, mas hoje o incentivam. "No começo ficaram assustados e com um pouco de medo, mas sempre me mandam palavras de incentivo", contou. Por questões de segurança e para evitar ataques russos, a localização exata do batalhão onde Antônio atua é mantida em sigilo. Ele afirma que está tranquilo, não se arrepende da escolha e deixa um recado para quem pensa em seguir o mesmo caminho. "Só venha se você tiver no coração a vontade real de ajudar. Se for por dinheiro, nem tente", disse. Mesmo vivendo diariamente a realidade da guerra, o ex-empresário já faz planos para quando o conflito terminar. "Eu amo o Brasil e vou voltar, se Deus quiser. Meu plano é abrir outro restaurante de sushi, só que dessa vez em João Pessoa, na Paraíba". Protestos e anexações: como tudo começou As animosidades entre Kiev e Moscou começaram no início de 2014, porém, anos antes do conflito aberto. Em fevereiro daquele ano, uma série de manifestações populares na praça Maidan, o centro do poder político do país, colocou fim ao governo do presidente ucraniano Viktor Yanukovitch, um aliado de primeira hora do Kremlin. Em resposta, Moscou passou a apoiar movimentos separatistas em regiões de maioria russa. Em março de 2014, a península da Crimeia e sua principal cidade, Sebastopol, assinaram uma “declaração unilateral de independência”, seguida de um referendo que aprovou a anexação do território à Rússia. Nenhum dos dois instrumentos foi reconhecido como legítimo pela Ucrânia ou pela comunidade internacional. Na região do Donbass, no extremo leste do país, a Rússia armou e financiou milícias pró-Moscou que lutaram contra Kiev, deixando as províncias de Donetsk e Luhansk efetivamente sob controle russo desde então. Segundo a ONU, ao menos 15.172 civis ucranianos morreram nos quatro anos de conflito, com um número total potencialmente maior. Volodymyr Zelensky disse em fevereiro de 2026 que 55 mil de seus soldados morreram, mas os cálculos do CSIS estimam uma cifra muito maior, de até 140 mil baixas. Já do lado russo, Moscou tem sido reticente em fornecer números oficiais. A BBC coloca o número de baixas militares russas em pelo menos 160 mil. Já o "think tank" americano calcula os mortos na casa de 325 mil de fevereiro de 2022 até dezembro de 2025. O CSIS calcula que, entre mortos e feridos civis e militares, a soma de baixas totais da guerra pode chegar em 1,8 milhão ou até 2 milhões até o fim de março — uma perda irreparável que contrasta com avanços e recuos milimétricos no front.

Câmara de Ariquemes abre concurso com salários de quase R$ 6 mil; inscrições começam na segunda (20)


Como estudar legislação para concurso? As inscrições para o concurso da Câmara Municipal de Ariquemes (RO) começam nesta segunda-feira (20). O certame oferece oito vagas imediatas, além de cadastro reserva, com salários que variam de R$ 1.821,38 a R$ 5.907,53 para jornadas de 30 horas semanais. ➡️ Veja o edital completo Os interessados podem se inscrever até o dia 18 de agosto de 2026 pelo site da banca organizadora. As oportunidades são para cargos de níveis médio, técnico e superior. Entre as vagas estão funções como almoxarife, técnico em informática, analista de comunicação e marketing, analista de gestão pública, analista de licitação, analista de tecnologia da informação, analista legislativo e analista orçamentário e financeiro. Veja as oportunidades por escolaridade: LEIA TAMBÉM: Mulher é morta com tiro na cabeça enquanto dormia em Porto Velho; companheiro é o principal suspeito Polícia faz operação contra grupo armado suspeito de invadir fazenda e vender lotes em RO Níveis médio e técnico A taxa de inscrição para os cargos de nível médio e técnico é de R$ 72. Os salários chegam a R$ 4.383,37. Agente Administrativo: Cadastro Reserva (CR) – Salário: R$ 1.821,38 Almoxarife: 01 vaga – Salário: R$ 1.821,38 Operador Audiovisual: CR – Salário: R$ 1.821,38 Mestre de Cerimonial: CR – Salário: R$ 2.966,84 Técnico de Informática: 01 vaga + CR – Salário: R$ 2.966,84 Técnico Legislativo: CR – Salário: R$ 2.966,84 Técnico de Segurança do Trabalho: CR – Salário: R$ 4.383,37 Técnico em Contabilidade: CR – Salário: R$ 4.383,37 Técnico em Edificações: CR – Salário: R$ 4.383,37 Nível superior Para os cargos de nível superior, a taxa de inscrição é de R$ 103. O salário é de R$ 5.907,53. Há uma vaga para os cargos de: Analista de Comunicação e Marketing; Analista de Gestão Pública; Analista de Tecnologia da Informação; Analista Legislativo; Analista Orçamentário e Financeiro. Também há 1 vaga + cadastro reserva para Analista de Licitação. As vagas de cadastro reserva são para: Analista de Ata, Redação e Revisão; Contador; Controlador Interno; Procurador Legislativo. Provas As provas estão previstas para o dia 11 de outubro de 2026, em Ariquemes. Os locais e horários de aplicação serão divulgados no dia 2 de outubro. O concurso terá as seguintes etapas: Prova objetiva: para todos os cargos, com 40 questões de múltipla escolha; Prova discursiva (estudo de caso): para cargos de nível superior, com exceção de procurador legislativo; Peça processual: exclusiva para o cargo de procurador legislativo; Avaliação de títulos: para todos os cargos de nível superior. O concurso terá validade de dois anos após a homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por mais dois anos. Prova de concurso público. Reprodução/Freepik

Copa expôs como o Brasil está sendo humilhado pelas bets

A poeira da Copa do Mundo de 2026 começa a baixar, e a principal lição que o Brasil leva para casa não tem nada a ver com o futebol jogado dentro das quatro linhas. O legado amargo deste Mundial é a dimensão do estrago provocado pelas casas de apostas, as famosas bets, na saúde pública e no bolso dos brasileiros.

Ao menos 53 pessoas resgatadas após naufrágio de balsa na Guiana

Pelo menos 53 pessoas foram resgatadas na madrugada deste domingo (19) em águas próximas à costa da Guiana após o naufrágio de uma balsa que transportava 133 passageiros e tripulantes, informou à AFP o primeiro-ministro. 

Terremoto deixa cinco mortos em região andina do Peru (Defesa Civil)

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