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Política

Lula comentou Copa, manteve perfis em redes sociais e divulgou cartas sem restrição durante os 580 dias preso em Curitiba

Ao longo dos 580 dias em que esteve preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, de 7 de abril de 2018 a 8 de novembro de 2019, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve intensa atividade política e comunicativa sem que qualquer restrição judicial impedisse a divulgação de suas manifestações. O petista escreveu

Associação Nacional dos Prefeitos questiona Lei da Dosimetria no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu mais uma ação contra a chamada Lei da Dosimetria. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7985), ajuizada pela A...

Manchester United anuncia contratação do belga Youri Tielemans

O Manchester United anunciou nesta terça-feira (14) a contratação do meio-campista belga Youri Tielemans, que estava no Aston Villa, por 41 milhões de euros (R$ 237 milhões na cotação atual).

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Moraes rejeita pedido de Rodrigo Bacellar por julgamento presencial no STF

Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou um pedido da defesa de Rodrigo Bacellar (União), ex-deputado estadual no Rio e ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), para que a corte julgue presencialmente se aceita ou não a denúncia contra ele.

Petro denuncia morte de colombiano por agentes do ICE nos EUA: ‘Acreditavam que era um ser inferior’

O presidente colombiano, Gustavo Petro, classificou como "assassinato" a morte de um colombiano nos Estados Unidos pelas mãos de agentes do ICE, a polícia americana anti-imigração, responsável por colocar em prática a campanha de Donald Trump de batidas e deportações contra imigrantes.

Por que Bolsonaro não pode divulgar cartas, mas Lula preso podia?

O ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro (PL) a seu pai, Jair Bolsonaro, após o senador divulgar uma carta que teria sido escrita pelo ex-presidente. A decisão foi criticada por bolsonaristas, já que Lula, quando esteve preso, enviava cartas aos apoiadores.

De Rondônia para o mundo: conheça a cooperativa que ajudou a transformar o robusta amazônico em café premiado


Conheça a cooperativa que ajudou a transformar o robusta amazônico em café premiado Durante muitos anos, o café robusta foi visto apenas como um grão comum, destinado principalmente à indústria. Em Rondônia, essa história começou a mudar quando agricultores familiares passaram a investir em qualidade, inovação e cooperativismo. Hoje, cafés produzidos por essas famílias conquistam prêmios, cruzam oceanos e chegam às xícaras de consumidores em países como Coreia do Sul, China, Alemanha e Espanha. No centro dessa transformação está a Cooperativa dos Agricultores Familiares da Amazônia (Lacoop Amazônia), criada em 2017, quando um grupo de produtores percebeu que o café produzido na região tinha características únicas, mas enfrentava um desafio: comercializar microlotes de cafés especiais. "A dificuldade que se tinha em comercializar microlotes de café fez com que reunissem um grupo de produtores e começasse a ideia de se criar uma organização que pudesse fazer isso por eles. Daí nasceu a Lacoop", explica o diretor-presidente da cooperativa, Nildo Pereira. A partir da criação da cooperativa, os produtores passaram a trabalhar de forma coletiva para elevar o padrão dos cafés produzidos nas propriedades familiares. O foco deixou de ser apenas a produtividade e passou a incluir qualidade, sustentabilidade e agregação de valor ao produto. LEIA TAMBÉM: MP denuncia pessoas por sonegar mais de R$ 7 milhões em ICMS com venda irregular de gado Governo remaneja R$ 231,5 milhões da Saúde e muda o destino de verba prevista para o Heuro Da lavoura à xícara Conheça a cooperativa que ajudou a transformar o robusta amazônico em café premiado Reprodução/LaCoop Amazônia Segundo Nildo Pereira, o diferencial do café produzido em Rondônia começa nas próprias características da Amazônia. O clima, a umidade e a nebulosidade influenciam o desenvolvimento dos grãos e ajudam a formar um perfil sensorial próprio, que hoje distingue o robusta amazônico no mercado de cafés especiais. "Os cafés especiais na Amazônia e em Rondônia surgiram justamente pelo diferencial que é produzir na região amazônica, pelas características que esse produto tem em função de tudo que cerca a Amazônia, clima, nebulosidade, umidade. Tudo isso faz com que o café da Amazônia, o café de Rondônia e, em especial, o café robusto amazônico, o Matas de Rondônia, tenha características únicas", disse. Além das condições naturais, a cooperativa passou a orientar os produtores sobre boas práticas de manejo, uso racional de agroquímicos e protocolos de produção voltados à qualidade e à sustentabilidade. A proposta, segundo o diretor, é buscar um equilíbrio entre produtividade, preservação ambiental e retorno financeiro para as famílias. "A forma de produzir o que mudou foi, de fato, alguns cuidados culturais, alguns tratos culturais que vêm de encontro com a qualidade, o zelo pelo uso racional dos agroquímicos de forma que não viesse a interferir na qualidade do café", explicou. Qualidade que abriu mercados Café Robusta Amazônico conquistou prêmios e chegou a mercados internacionais Reprodução/LaCoop Amazônia O investimento na qualidade começou a refletir nos resultados. Ao longo dos últimos anos, cafés produzidos por cooperados passaram a conquistar espaço nos principais concursos de cafés especiais de Rondônia e abriram portas para novos mercados. "Hoje 70% de todos os cafés premiados em Rondônia, de uma certa forma, são de pessoas diretamente envolvidas na Lacoop", informou. O reconhecimento também ajudou a ampliar a presença do robusta amazônico no mercado internacional. Os grãos produzidos pelos cooperados já foram exportados para países da Ásia e da Europa, enquanto o mercado brasileiro continua sendo o principal destino da produção. "Os cafés da cooperativa já chegaram a mercados asiáticos, principalmente Coréia, China, além de países da Europa, Alemanha", disse. Mais do que reconhecimento, os prêmios também mudaram a forma como muitos produtores comercializam o café. Em vez de vender apenas o grão cru, parte dos cooperados passou a investir em marcas próprias e em todas as etapas de beneficiamento, agregando valor ao produto. "Grande parte dos produtores premiados criaram as suas próprias marcas, estão fazendo o ciclo completo, torrando, moendo, empacotando e colocando nas grandes cafeterias Brasil afora", informou. Para Nildo Pereira, essa transformação é resultado de um trabalho construído ao longo dos últimos anos para mostrar que o robusta amazônico poderia ser reconhecido não apenas pela produtividade, mas também pela qualidade e pela identidade. "Caracterizar o café produzido aqui como único, criar uma característica para ele, foi um diferencial, foi o que de fato fez com que hoje estivesse no nível que nós estamos", explicou. Café Robusta Amazônico Reprodução/LaCoop Amazônia

Mulher sofre queimaduras de 2º grau após cair em banheira de motel

ma mulher de 31 anos sofreu queimaduras de segundo grau após cair em uma banheira com água quente em um motel localizado na cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. O acidente, que ocorreu na madruga...

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