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Política

Cumprimento de mandados termina em confronto durante operação policial em Espigão do Oeste

Uma operação integrada entre a Polícia Militar e a Polícia Civil foi realizada na última quinta-feira (19), no município de Espigão do Oeste, com o objetivo de cumprir diversos mandados de busca e apreensão.   Durante a ação, equipes policiais se deslocaram a vários endereços alvos da investigação. Em uma das ocorrências, ao cumprir ordem […]

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Bandidos armados com faca abordam motorista em Porto Velho; criminosos fugiram levando documentos e as chaves do veículo durante a noite de sexta-feira.

Conheça a rondoniense que desenhou joias exibidas em desfile em Paris e leva a Amazônia no portfólio


Ayahuasca e Uirapuru, joias criadas por Roberta Barbosa Reprodução/acervo pessoal Apresentar joias em um desfile em Paris parecia um sonho distante para a rondoniense Roberta Barbosa. Hoje, ela já teve peças exibidas na passarela e construiu carreira na área de alta joalheria. O projeto leva a assinatura do diretor criativo Pierre Hardy, mas foi acompanhado de perto por Roberta durante o desenvolvimento das peças. Ao g1, ela explicou que crescer na Amazônia foi determinante para o seu olhar como designer, principalmente pela conexão com a natureza. Segundo Roberta, no início o objetivo era “ganhar o mundo”, mas hoje ela reconhece que a vivência em Porto Velho foi essencial na sua formação. "Pra mim, ser uma profissional da Amazônia numa marca global é, antes de tudo, representatividade. É ser a única brasileira do time. Acredito de verdade que minha origem é minha maior força criativa. Na França (ou qualquer lugar pra falar a verdade), ninguém consegue imaginar a riqueza que é crescer na Amazônia", disse. Essa identidade aparece diretamente no trabalho. No portfólio, peças inspiradas no Uirapuru e na Ayahuasca traduzem em joias elementos da região onde cresceu. "Fiz da minha cultura a minha especialidade. Transformei o Uirapuru em broche, a Ayahuasca em brinco e trouxe comigo as minhas referências de vida. É só olhar meu portfolio: é todo verde. Estou aqui mas uma parte minha continua aí, e isso pra mim ficou muito forte nessa época", completou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Trajetória de uma designer de alta joalheria O interesse pela criação sempre esteve presente, mas a joalheria entrou na vida de Roberta ainda na infância, dentro de casa. A mãe produzia colares de pérolas, atividade que depois se transformou em negócio da família. Esse contato influenciou a forma como ela enxerga as peças até hoje. "Sempre me interessei por arte, desenho e criação, mas a joalheria fez parte da minha vida de uma forma muito orgânica. Eu cresci mergulhada nesse mundo. Eu cresci vendo a joia ocupar esse lugar ambíguo entre o íntimo e o público. É pequeno, mas afirma algo muito forte", disse. Apesar disso, a escolha profissional inicial foi outra. Roberta cursou arquitetura, buscando uma área ligada à arte e à criação. A decisão de seguir na joalheria veio apenas no fim da graduação, após um curso feito com o irmão em um ateliê montado pelo pai. "Era algo muito minimalista, com pedras brasileiras, muito íntimo, mas pra mim virou uma chave", disse. Em busca de formação mais específica, ela passou a procurar cursos na área e encontrou poucas opções no Brasil. Foi então que decidiu se candidatar a uma escola especializada em joalheria em Paris. Preparou portfólio, intensificou os estudos de francês e contou com o apoio de professores de Porto Velho. A mudança para a França, em 2020, trouxe desafios imediatos. A cidade estava com restrições, ela ainda não dominava o idioma e precisou se adaptar rapidamente ao novo ambiente. "Chegar aqui em 2020 foi extremamente desafiador, porque a cidade estava praticamente fechada. O turismo bloqueado. Eu não conhecia ninguém. Meu francês ainda em desenvolvimento (e minha escola era totalmente em francês). Eu estava tentando assimilar tudo ao mesmo tempo", explicou. Criação inspirada na Ayahuasca Reprodução/acervo pessoal Mesmo assim, não desistiu. Durante a formação, Roberta passou a valorizar ainda mais suas origens e incorporá-las ao trabalho. Elementos da Amazônia ganharam mais espaço nas criações, reforçando uma identidade que hoje é central no seu processo criativo. "Por não falar a mesma língua e não fazer parte da mesma cultura, eu tinha que me provar 2x mais. O início foi realmente um desafio, mas foi na escola que aprendi a valorizar ainda mais a minha identidade", disse. Na escola, participou de concursos importantes, e um deles foi decisivo para abrir portas no mercado internacional. O projeto vencedor garantiu visibilidade e marcou o início da sua atuação profissional na área. "Fiz um broche que replicava movimento, fluidez e um elemento da montaria, e fiquei em primeiro lugar. Ter ganhado esse prêmio me proporcionou a visibilidade que eu precisava pra ter essa oportunidade", comentou. Hoje, trabalhando com alta joalheria, ela desenvolve desenhos que partem de conceitos criativos e se transformam em peças. Única brasileira no time em que atua, Roberta vê sua origem como diferencial.

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