29 Mai (Reuters) - O governo brasileiro afirmou nesta sexta-feira, em ?nota oficial, que ?não aceitará ?o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para ?atacar ?a ?...
O presidente americano, Donald Trump, anunciou, nesta sexta-feira (29), que se prepara para tomar uma "decisão final" sobre um possível acordo com o Irã.
O presidente Lula (PT) afirmou hoje que vai mandar novamente ao Senado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
Após sofrer agressões, ter dois dentes quebrados e ser ameaçada de morte pelo marido, uma mulher conseguiu reagir, feriu o agressor com uma faca durante luta...
Operação Joio
Polícia Civil
A Polícia Civil fez uma operação, nesta sexta-feira (29), contra um esquema criminoso de desvio de grãos no Cone Sul de Rondônia. De acordo com as investigações, o grupo corrompia funcionários de armazéns para liberar caminhões que aparentavam estar dentro da legalidade, mas, na realidade, os veículos transportavam cargas furtadas de soja e milho sem nota fiscal.
A articulação foi descoberta depois que o dono de um armazém de grãos localizado em Chupinguaia (RO) denunciou o furto de quatro cargas de soja e duas de milho.
A Polícia começou a investigar e descobriu que, não se tratava de um caso isolado e sim de uma rede criminosa organizada que atua na região.
Durante a Operação Joio, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços localizados nas cidades de Porto Velho, Chupinguaia (RO) e Vilhena (RO). Os alvos são um empresário e produtor, um classificador e ex-funcionários de um armazém.
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🕵️ Como funcionava o esquema
Funcionários de armazéns eram aliciados para permitir a saída de caminhões das balanças como se fossem carregamentos regulares, com ordens de carregamentos legais emitidas por transportadoras.
Os caminhões saíam do armazém sem nota fiscal e eram "esquentadas" com documentos emitidos por uma empresa de fachada, que tinha CNPJ ativo, mas não funcionava de fato.
No final do esquema, um produtor rural recebia as cargas furtadas e as revendia ilegalmente como se tivessem sido produzidas em sua própria fazenda.