spot_img

Política

Cláudia de Jesus propõe alimentação gratuita para trabalhadores da educação em Rondônia

Projeto de Lei apresentado na Alero busca assegurar refeições a professores e técnicos da rede estadual para fortalecer a integração escolar

Prefeitura de Porto Velho reorganiza postos de atendimento do IPTU 2026

Secretaria Municipal de Economia desativa três unidades com baixa procura e concentra equipes nos postos do Centro e Zona Leste para agilizar serviços

Guilherme Briggs, Diogo Defante, Julio Cocielo: confira programação completa da feira Tecnogame


Evento Tecnogame acontece em Porto Velho neste final de semana Reprodução O Festival Tecnogame Brasil acontece nos dias 21 e 22 de março em Porto Velho. Voltado para games, tecnologia, inovação e cultura digital, o evento será realizado na Villa Privilege, na zona Leste, e promete reunir fãs de e-sports, criadores de conteúdo, estudantes e profissionais da área tecnológica. A entrada será solidária: cada participante deve doar três quilos de alimentos não perecíveis, destinados a projetos sociais. Para garantir a vaga, foi necessário realizar inscrição prévia no site oficial do festival. Os ingressos estão esgotados. Entre as atrações nacionais confirmadas estão: 🎤 Artistas Nacionais Julio Cocielo Jotapê GianZeta Muca Muriçoca Danilo Gentili Toguro Diogo Defante 🎙️ Dubladores Nacionais Ursula Bezerra Fred Mascarenhas Guilherme Briggs Bianca Alencar Feh Dubs O festival contará com competições de esportes eletrônicos em jogos populares como League of Legends, Counter-Strike 2, Free Fire, Fortnite, Mortal Kombat, Street Fighter e Pokémon Go. Veja vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 A estrutura do evento será dividida em quatro espaços principais: Arena Inovação, com projetos de tecnologia e desenvolvimento de jogos; Arena Gamer, dedicada às disputas de e-sports e jogos retrô; Arena Music, com apresentações musicais e batalhas de rima; Arena Geek, voltada para cosplay, dança e cultura pop. Além das atividades abertas ao público, a programação inclui rodadas de negócios ligadas à tecnologia e à economia criativa, além da oferta de bolsas para cursos na área de inovação. O Tecnogame Brasil é organizado pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel). Confira a programação completa: 📅 Sábado Palco Tecnogame 14h00 – Abertura dos portões 14h30 – Concurso K-pop 15h30 – Concurso Cosplay 16h30 – Julio Cocielo 18h00 – Show do Jotapê 19h00 – Batalha da Aldeia 22h30 – Campeão BDA All Star Tour 23h00 – Encerramento Palco Agon by AOC 14h00 – Abertura do evento 14h30 – Competição de eSports 15h30 – Competição de eSports 16h00 – Core + GianZeta 17h00 – Calígrafo + GianZeta 18h00 – Úrsula Bezerra + Fred Mascarenhas 19h00 – Guaxinim + Felps + Tiemiau + GianZeta 20h00 – Competição de eSports Palco Inovação 14h00 – Abertura oficial 14h15 – HealthTech Revolution 15h00 – Women in Tech (Ana Clara Triplone – SC) 15h45 – Desburocratizando a Inovação (Cesar Vandeilei – RO) 16h30 – Agro 4.0 na Amazônia (Leandro Dill – RO + startups convidadas) 17h30 – Encerramento e agradecimentos 17h40 – Networking e interações 📅 Domingo Palco Tecnogame 13h00 – Competição de eSports 14h00 – Competição de eSports 15h00 – Bruno PlayHard 16h00 – Competição de eSports 17h30 – Competição de eSports 19h00 – Bianca Alencar e Feh Dubs 20h00 – Competição de eSports 22h00 – Competição de eSports Palco Inovação 13h00 – Abertura oficial 13h15 – Inovação em Rede (Elisângela Gavino – RO) 14h00 – Grande Pitch – competição (host: Clarissa Oliveira) 15h30 – Premiação eSports 16h30 – Jornada de uma Startup (Bruno Oliveira – AM) 17h00 – Palestra convidada (mediador: Rangel Miranda – RO) 18h00 – Premiação Game Jam 20h00 – Mínimo Produto Viável (mediador: Rangel Miranda – RO) LEIA TAMBÉM: Militares da Marinha são presos em flagrante por suspeita de negociação ilegal de armas em RO Mulher é encontrada morta, amarrada e vendada dentro de casa em RO; polícia investiga

ENQUETES


Agricultura familiar em Porto Velho impulsiona renda e qualidade de vida no campo

No Dia Mundial da Agricultura, produtores destacam programas da Prefeitura que facilitam o escoamento e a produtividade

JUSTIÇA NA BALA: Suspeito de envolvimento na morte de adolescente em Porto Velho é morto na Bolívia

Luiz Gabriel Vinhorquis de Souza, apontado pelas investigações como suspeito de envolvimento na morte do adolescente Arthur Amora Ribeiro, de 13 anos, foi morto...

Microflorestas urbanas transformam áreas degradadas em Porto Velho

O objetivo é dar função social aos vazios urbanos com plantação de árvores frutíferas

Começa teste para erradicação de 5 mil búfalos invasores em área remota da Amazônia; entenda


Como será teste para erradicar 5 mil búfalos invasores em área remota da Amazônia O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e parceiros deram início, nesta semana, a um projeto piloto que prevê a erradicação de aproximadamente 10% dos 5 mil búfalos invasores que causam destruição dentro de reservas ambientais em Rondônia. ➡️Como não são nativos do Brasil, os búfalos não possuem predadores naturais. Soltos e se reproduzindo sem controle, eles provocam graves impactos, como a extinção de espécies da fauna e da flora nativas e alteração no curso dos campos naturalmente alagados, que fazem parte da biodiversidade local. De acordo com o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido, a erradicação dos búfalos é, no momento, a única alternativa viável para resolver a questão. Como a região é isolada e de difícil acesso, não existe logística possível para retirar os animais vivos ou mortos. Além disso, como se desenvolveram sem controle sanitário, a carne não pode ser aproveitada. Essa primeira fase do projeto piloto tem duração de cinco dias, entre 16 e 20 de março, envolvendo dezenas de pessoas. Segundo o plano de ação, o objetivo é testar o método de erradicação para que seja mais eficiente, mais seguro para as equipes e cause o menor sofrimento possível aos animais. A erradicação é feita por controladores de fauna, especializados armados com rifles. No primeiro dia, quase 30 animais foram abatidos. De acordo com coordenadores do ICMBio, a produtividade foi considerada positiva neste início da operação e chegou a superar a expectativa. Por outro lado, a dificuldade também é maior do que o previsto, principalmente por causa da dificuldade de deslocamento na região. Búfalos selvagens em Rondônia Arte g1 Objetivos A expectativa é que aproximadamente 500 animais sejam mortos no primeiro momento. A partir disso, os pesquisadores e demais pessoas envolvidas pretendes descobrir, entre outros pontos: avaliar a capacidade diária de abate de animais; observar o comportamento dos búfalos e as condições ambientais que interferem na operação; mapear desafios logísticos e operacionais para aprimorar o planejamento, incluindo equipes, rotas, equipamentos e estratégias de abordagem. Todas essas características serão usadas para embasar uma estratégia aprimorada para erradicar totalmente os animais da região. Além disso, uma equipe da Universidade Federal de Rondônia (Unir) está em campo para coletar a maior quantidade possível de material biológico (órgãos, tecidos, amostras sanguíneas ou outras estruturas) dos animais abatidos para subsidiar estudos. "O objetivo da equipe de pesquisa é justamente coletar o máximo de material biológico para sabermos se esses animais possuem alguma doença infectocontagiosa ou doenças de notificação obrigatória. Sem isso não tem como saber se a carne, por exemplo, pode ser consumida", explica o professor do curso de medicina veterinária da Unir, Alex Cicinato. Ao longo do ano, 30 câmeras de monitoramento vão ser instaladas pelo ICMBio perto das carcaças dos búfalos abatidos. Desde o início de 2025, o ICMBio coleta amostras de água na área ocupada. O objetivo é analisar a qualidade, antes e depois do abate. Também existem outras perguntas que eles querem responder com a pesquisa: As carcaças não podem ser retiradas. Tem animais que as consomem? Elas vão provocar a morte de espécies nativas? Isso vai beneficiar ou vai prejudicar? Invasores e sem controle Os búfalos são nativos da Ásia e chegaram em Rondônia em 1953 como parte de um projeto do governo estadual voltado para o comércio de carne e leite. A ideia fracassou e os animais foram abandonados se reproduzindo livremente dentro de unidades de conservação. 📍Atualmente, os animais vivem entre a Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, a Reserva Extrativista (Resex) Pedras Negras e a Reserva de Fauna (Refau) Pau D'Óleo, no oeste de Rondônia, uma região de encontro entre três biomas: a Floresta Amazônica, o Pantanal e o Cerrado. "É um ambiente único, com várias espécies endêmicas [nativas] e a presença do búfalo vai levar à extinção de várias delas. Algumas espécies que a gente só tem registros aqui, sejam elas residentes ou migratórias", explica o biólogo e analista ambiental do ICMBio, Wilhan Cândido. Atualmente vivem mais de 4 mil búfalos selvagens na região do Vale do Guaporé Acervo NGI Cautário-Guaporé Entre os animais mais afetados pela presença do invasor está o cervo-do-pantanal, considerado vulnerável à extinção. "Eu passei 10 dias andando aqui embaixo, levantando o drone, filmando. A gente não tem um único registro de cervo junto com o búfalo. Eles [os búfalos] estão empurrando e confinando os cervos em determinados pontos", explica Wilhan Cândido. Mas como isso ocorre? Os búfalos são animais grandes e pesados: podem medir quase dois metros de altura e pesar mais de meia tonelada. Com esse porte, eles pisoteiam e destroem a vegetação que serve de alimento para os cervos-do-pantanal. Cervo-do-pantanal Vinicius Assis/Rede Amazônica Além disso, os gigantes têm um comportamento peculiar: andam sempre em filas indianas. Os trajetos que eles fazem acabam se tornando canais que desviam a água do seu curso natural. 🔎Um dos principais objetivos da criação da Rebio Guaporé é a proteção dos campos naturalmente alagados, que fazem parte da biodiversidade local. As lagoas se formam nas áreas mais baixas a partir da água da chuva ou dos rios que atravessam a reserva. No entanto, as trilhas abertas pelos búfalos acabam formando canais que desviam a água para outras regiões. Outro problema é a compactação do solo. Em alguns trechos, principalmente próximos a lagos, já é possível observar áreas que "afundaram" cerca de um metro. As árvores ficam com raízes expostas e morrem, restando apenas vegetação rasteira ou, em certos pontos, o solo completamente deserto. Analista do ICMBio mostra onde deveria estar o solo compactado por búfalos em Rondônia Vinicius Assis/Rede Amazônica Em visita exclusiva ao local, a equipe da Rede Amazônica registrou um verdadeiro “cemitério” de buritizais: árvores que morreram em razão da presença dos búfalos. 🌳 Os buritis, adaptados às áreas úmidas, perderam a capacidade de reter água devido à presença dos búfalos, que compactam o solo, abrem canais de drenagem e destroem as mudas, acelerando a seca e impedindo a regeneração da vegetação; como resultado desse processo de degradação, em 2024 ocorreu pela primeira vez um incêndio intenso o suficiente para queimar até o solo. "A gente estimava de 70 a 100 anos para recuperar a área. Mas se a gente não tirar o principal fator de impacto, que é o búfalo, eu acho que essa área não volta a ser aquele buritizal", comenta Wilhan. "Cemitério" de buritis em Rondônia Vinicius Assis/Rede Amazônica

Militares da Marinha são presos em flagrante por suspeita de negociação ilegal de armas

Cinco homens foram presos em Porto Velho na noite de quarta-feira (18) por suspeita de envolvimento em negociação ilegal de armas, incluindo dois militares da Marinha, cujos nomes não foram divulgados. Durante patrulhamento na zona Leste da cidade, a polícia abordou dois veículos que entraram em uma rua sem saída, encontrando armas e munições. Todos […]

Prefeito Flori Cordeiro decide permanecer na Prefeitura e no Podemos, mas deve apoiar Marcos Rogério

O -prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, decidiu permanecer no cargo até o final do mandato. Ele havia anunciado a disposição de lançar cand...

+Notícias

+Notícias