O esquerdista Roberto Sánchez, que enfrenta um pedido de prisão do Ministério Público por um suposto crime eleitoral, disputará a presidência do Peru com a direitista Keiko Fujimori, após sua apertada classificação para o segundo turno de junho.
O Alavés saiu da zona de rebaixamento e frustrou o Barcelona - que se sagrou campeão espanhol no domingo ? em sua tentativa de alcançar a marca dos 100 pontos, com uma vitória por 1 a 0 sobre o gigante catalão nesta quarta-feira (13), pela 36ª rodada da LaLiga.
Flávio Bolsonaro é muito família. De família de golpista e de simpatizantes do golpe. É muito amigo. Muito amigo do dinheiro vivo, da boca do caixa à compra de casa grande. Foi amigo de uma família de milícias e de um pistoleiro. Ainda assim, tem perto de 40% nas pesquisas sobre a disputa da Presidência da República.
Há vida fora da Terra? A pergunta já provocava a curiosidade de filósofos desde Aristóteles. A novidade é que a resposta pode vir em poucas décadas, segundo grandes especialistas presentes no São Paulo Innovation Week, maior festival global de tecnologia e inovação, realizado pelo Estadão em parceria com a Base Eventos.
O preço da gasolina importada para o Brasil já subiu quase 80% com a guerra no Irã, segundo estimativas da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). Nesta quarta-feira (13), o governo anunciou um programa de subsídio ao combustível.
A Justiça de São Paulo aprovou, na tarde desta quarta-feira (13), a antecipação dos efeitos da recuperação judicial requerida nesta terça (12) pelo Grupo Toky, dono das empresas Tok&Stok e Mobly. A decisão suspende todas as cobranças e execuções judiciais das seis empresas do grupo por 60 dias.
Um em cada seis estudantes ainda usa celular na sala de aula mesmo após proibição
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) iniciou, nesta semana, uma fiscalização para verificar se escolas públicas e particulares de Porto Velho estão cumprindo a lei que proíbe o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos pelos alunos durante as aulas, recreios e intervalos.
🔍 A Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, vale para toda a educação básica e foi criada para proteger a saúde mental, física e emocional de crianças e adolescentes.
O MP-RO abriu investigações separadas para cada rede de ensino. Nas escolas estaduais, o órgão também apura uma denúncia sobre vídeos gravados dentro das escolas e publicados em redes sociais, como TikTok, sem finalidade pedagógica ou institucional. Há ainda suspeita de uso indevido de imagens de alunos.
Outra denúncia envolve uma estudante que teria sido impedida de usar o celular em uma situação relacionada à saúde, enquanto outros alunos teriam recebido autorização para usar o aparelho em casos sem justificativa. O MP pediu que a situação seja investigada e que possíveis erros sejam identificados.
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A Promotoria também solicitou informações detalhadas das escolas, como regras internas, formas de fiscalização e medidas adotadas em casos de descumprimento da lei.
Nas redes municipal e estadual, as escolas terão 20 dias para enviar relatórios ao MP-RO. Já nas escolas particulares, primeiro as instituições deverão informar quais medidas adotaram para cumprir a lei. Depois, os conselhos de educação enviarão relatórios com dados de cada escola.
Segundo o MPRO, o objetivo é acompanhar como a regra está sendo aplicada na prática e evitar falhas no controle do uso de celulares dentro das escolas.
Em nota, a Prefeitura de Porto Velho informou que não há registros de descumprimento da lei federal nas escolas da rede municipal. Segundo o município, o uso de celulares já não fazia parte da rotina escolar antes da legislação, principalmente por causa da faixa etária dos estudantes.
A prefeitura afirmou ainda que equipes gestoras e pedagógicas seguem orientações para garantir o cumprimento da norma e conscientizar os alunos sobre o uso adequado de aparelhos eletrônicos no ambiente escolar.
O g1 também entrou em contato com o Governo de Rondônia, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
MPRO apura cumprimento da lei que proibe uso de celulares nas escolas de Porto Velho
Ministério Público de Rondônia