O Oviedo retornará à segunda divisão espanhola menos de um ano depois de conseguir o acesso à elite, após o empate em 1 a 1 entre Rayo Vallecano e Girona nesta segunda-feira (11).
Pelo menos três pessoas ficaram feridas após uma explosão na tarde desta segunda-feira (11) na zona oeste da capital paulista, e que atingiu diversas casas na região do Jaguaré. Duas vítimas foram levadas para o Pronto-Socorro de Osasco. A terceira vítima seria um funcionário da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que estaria em uma obra no local no momento da explosão.
Segundo a capitã Karoline Burunsizian, do Corpo de Bombeiros, as três vítimas foram socorridas, sem gravidade.
No entanto, uma pessoa está desaparecida. Os bombeiros prosseguem nas buscas, inclusive com ajuda de cães.
“As equipes estão buscando a informação e buscando possíveis indícios de que um outro homem está desaparecido debaixo dos escombros. A vítima seria um homem, não sabemos se realmente está no local, porque foi o familiar que solicitou [as buscas]. Esse familiar não sabia se esse homem estava ou não no interior da residência. Por isso, que estamos trabalhando com essa hipótese”, informou a capitã.
A explosão ocorreu por volta das 16h10 na Rua Doutor Benedito de Moraes Leme. Suspeita-se de problemas em uma tubulação de gás liquefeito de petróleo (GLP).
Ao menos, dez residências foram atingidas diretamente pela explosão. A explosão causou danos estruturais em imóveis e estouro de vidros de condomínios próximos.
De acordo com informações preliminares, havia um forte odor de gás na região. Também estava ocorrendo uma obra na região. Não há informações confirmadas sobre quem estava realizando a obra.
Doze equipes do Corpo de Bombeiros, além de algumas equipes da Defesa Civil, estão trabalhando no local.
Até o momento, não há um levantamento oficial sobre o número de casas destruídas ou danificadas.
A Agência Brasil procurou as companhias Sabesp e da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) para obter mais informações sobre a explosão, mas não obteve retorno.
Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
O repórter policial Richard Nunes foi agredido enquanto cobria um acidente de trânsito com morte, na manhã desta segunda-feira (11), na Zona Leste de Porto Velho. As agressões aconteceram durante uma transmissão ao vivo em uma página de notícias.
Nas imagens, o jornalista aparece começando a reportagem quando é abordado por um homem, que começa a xingá-lo. Logo depois, Richard é cercado por outras duas pessoas ainda não identificadas. Um dos homens bate nele com um capacete (veja vídeo acima).
Ao g1, Richard contou que a confusão começou quando o motorista de um dos veículos envolvidos no acidente, que aparece no início da transmissão, foi em direção a ele enquanto o jornalista filmava o carro. Richard afirma que o homem incentivou as agressões.
“O motorista veio para cima de mim enquanto eu fazia a transmissão. Depois disso, familiares do motociclista que morreu também partiram para cima”, afirmou.
Richard disse ainda que foi atingido na cabeça por golpes de capacete dados por dois homens, apontados por ele como familiares da vítima. Um deles, mais jovem, aparece nas imagens gravadas no local. Segundo o jornalista, o capacete que usava ajudou a diminuir o impacto e evitou ferimentos mais graves.
O repórter afirmou que estava mantendo distância do acidente por respeito às regras do site em que trabalha, que orientam os jornalistas a não mostrar imagens fortes e a preservar a vítima.
“Eu estava filmando de longe, focando apenas o carro. Só virei a câmera quando começaram a vir na minha direção”, explicou.
Richard também falou sobre a importância da liberdade de imprensa e disse que o acidente era um assunto de interesse público. O jornalista afirmou ainda que ameaças são comuns na profissão, mas que nunca tinha sofrido agressão física.
“Ameaças sempre acontecem, mas agressão física é a primeira vez [...] Quero apenas que eles respondam pelas agressões. Todos sabiam que eu estava trabalhando ao vivo e, mesmo assim, não respeitaram o trabalho da imprensa”, concluiu.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia (Sinjor-RO) repudiou as agressões contra o repórter Richard Nunes e pediu uma investigação rigorosa do caso. A entidade afirmou que atacar jornalistas durante o trabalho é uma ameaça à liberdade de imprensa e cobrou punição aos envolvidos.
Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
Reprodução/redes sociais