Duas pessoas seguem desaparecidas após uma draga de garimpo afundar no Rio Madeira
O corpo de uma das pessoas que estavam na draga que afundou no rio Madeira, em Porto Velho, foi encontrado no fim de semana. Ela era a cozinheira da embarcação. Outra vítima, que é um dos sócios, ainda está desaparecida.
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Segundo informações apuradas pela Rede Amazônica, os familiares de uma das vítimas que localizaram o corpo da cozinheira. Ela estava a cerca de 27 quilômetros do ponto onde a estrutura afundou.
O capitão do Corpo de Bombeiros, J. Feliciano, explicou que a forte correnteza do rio Madeira impediu a realização de mergulhos na área do naufrágio. Além disso, por se tratar de uma região de garimpo, esse tipo de operação também não é permitido pelas normas da corporação. Por isso, as buscas foram realizadas apenas por via fluvial.
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Ainda segundo o capitão, uma das vítimas que continua desaparecida chegou a pedir socorro no momento do acidente. Testemunhas relataram ter ouvido os gritos, mas não conseguiram localizar a pessoa devido à escuridão. O naufrágio aconteceu entre 2h e 2h30 da madrugada, o que dificultou ainda mais qualquer tentativa de resgate imediato.
Conforme a Polícia Militar, a embarcação afundou em cerca de um minuto. Quatro pessoas conseguiram escapar a tempo. Desde então, equipes do Corpo de Bombeiros seguem mobilizadas na operação de buscas.
As buscas oficiais foram encerradas no sábado (25), mas permanece o sócio responsável pela draga permanece desaparecido.
Mais de 500 dragas de garimpo no rio Madeira em RO
Edson Gabriel/Rede Amazônica
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