Se Liga Rondônia
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Política

Com a recusa de ambos, púlpitos de Lula e Flávio ficarão vazios em debate presidencial da Band

Os púlpitos reservados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ficarão vazios durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026, promovido pela Band no domingo (23), às 20h. A emissora decidiu manter os espaços no estúdio mesmo com a confirmação de que os dois principais candidatos não

Congo vai receber 70 mil doses de vacina em surto de Ebola

A República Democrática do Congo vai receber 70 mil doses da vacina Ervebo para tentar conter o surto de Ebola no leste do país. A OMS informou a distribuição hoje.

Polícia barra caminhão frigorífico lotado de contrabando na PR-445 em Cambé

ma grande quantidade de produtos contrabandeados foi apreendida pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) na PR-445, em Cambé, na quarta-feira (19). As mercadorias estrangeiras, que variam de eletrônico...

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TCU aponta que hierarquia militar compromete auditorias nas Forças Armadas


Comentários anônimos falam em revisão de achados por superiores e citam "deixa disso" nas fases conclusivas. Leia na Gazeta do Povo.

Lei de RO que proíbe alunos de participar de atividades sobre sexualidade e gênero é inconstitucional, diz TJ


Imagem ilustrativa para representar justiça Magnific/ia O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) declarou na segunda-feira (17), inconstitucional a Lei Estadual nº 5.788/2024, que proibia a participação de crianças e adolescentes em eventos, manifestações e atividades sobre sexualidade, identidade de gênero e orientação sexual. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Segundo a Justiça, a norma que também previa punições para organizadores e responsáveis legais, deixa de ter validade no estado. Durante a sessão, foram apresentadas duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) separadas contra a lei. Como tratavam do mesmo assunto, os processos foram reunidos e analisados juntos pelo Tribunal Pleno, sob a relatoria do desembargador Álvaro Kalix Ferro. A decisão do Tribunal Pleno ocorreu após o julgamento de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs). Os desembargadores entenderam que a norma apresenta problemas na forma como foi criada e no seu conteúdo. Leia também: Jovens são vítimas de ataque homofóbico violento em RO Rondônia é o 2º estado do Norte que mais cometeu crimes contra pessoas LGBTQIAP+ em 2023, aponta anuário 'Queria apenas sair dali e chorar': recepcionista denuncia transfobia no Tribunal de Justiça de Rondônia Invasão de competência federal Segundo o TJRO, o primeiro problema é que o estado legislou sobre um tema que já é de competência federal, tratado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para os magistrados, a lei estadual criou uma proibição ampla sem respaldo nas normas nacionais. A decisão também apontou que a lei interferia na autonomia dos pais e responsáveis para decidir sobre a participação dos filhos nos eventos. O tribunal entendeu que o estado não pode limitar essa escolha nem criar punições sem previsão em lei federal. Os desembargadores identificaram ainda um erro de origem: a proposta partiu de deputados estaduais, mas criava funções de fiscalização e aplicação de multas para o Poder Executivo. Esse tipo de medida administrativa é de autoria exclusiva do governador. AGORA NO G1: Agora no g1 Direito à diversidade Quanto ao conteúdo, o tribunal avaliou que a lei misturava situações distintas. A norma equiparava conteúdos inadequados para crianças a temas de orientação sexual e identidade de gênero, que fazem parte da diversidade humana e da livre circulação de ideias garantidas pela Constituição. O TJRO ressaltou que a decisão não deixa crianças e adolescentes desprotegidos contra conteúdos impróprios, uma vez que o ECA já prevê mecanismos de proteção. Com a decisão, o Tribunal Pleno julgou as ações procedentes e declarou a inconstitucionalidade total da lei com efeito retroativo. Isso significa que a norma é considerada inválida desde a sua origem. Entenda o caso Em julho de 2026, a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) aprovou uma lei que garantia aos pais e responsáveis o direito de decidir se os filhos poderiam participar de atividades escolares que tratassem de temas relacionados a gênero. O texto estabelecia que escolas públicas e privadas deveriam comunicar previamente os responsáveis sobre a realização de atividades que abordassem assuntos como identidade de gênero, orientação sexual, diversidade sexual e igualdade de gênero. Após a comunicação, os pais ou responsáveis deveriam informar formalmente, por escrito e com assinatura, se autorizavam ou não a participação dos estudantes. A norma também determinava que as instituições de ensino respeitassem a decisão dos responsáveis. Em caso de descumprimento, as escolas poderiam estar sujeitas às penalidades previstas na legislação. No entanto, em agosto de 2026, a lei foi declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). Assembleia Legislativa de Rondônia - Alero - ALE-RO Antônio Lucas

Grupo armado que teria movimentado R$ 350 milhões é alvo da PF no Rio

A Polícia Federal e Ministério Público do Rio deflagraram hoje a Operação Fora de Ordem que investiga uma organização criminosa que atua na Baixada Fluminense.

Bombardeios russos matam 16 pessoas na região de Kiev

Pelo menos 16 pessoas morreram em bombardeios noturnos russos contra a capital da Ucrânia, Kiev, e a região próxima, informaram as autoridades nesta quinta-feira (20), enquanto o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, voltou a pedir uma resposta global diante da "escalada" de Moscou.

Irã executa cidadão afegão por protestos, segundo grupo de direitos humanos

O Irã executou, nesta quinta-feira (20), um cidadão afegão condenado pela morte de policiais durante as manifestações antigovernamentais deste ano, tornando-o o trigésimo manifestante enforcado desde o início da guerra com os Estados Unidos e Israel, informou uma organização de direitos humanos. 

Fundador da Evergrande é condenado a prisão perpétua na China

O fundador do China Evergrande Group, a incorporadora imobiliária mais endividada do mundo, foi condenado à prisão perpétua por um tribunal chinês nesta quinta-feira (20), cinco anos depois de o colapso da empresa abalar a economia e os mercados financeiros do país.

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