O assassinato de dentista em Vilhena teve novos desdobramentos com a condenação de um casal acusado de intermediar e facilitar o crime. O julgamento ocorreu em júri popular na comarca do município, resultando em penas de 23 anos e 4 meses para o homem e 6 anos para a mulher.
O caso, conduzido pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), envolve a execução do dentista Clei Bagattini, morto a tiros dentro do próprio consultório, no centro da cidade, em julho de 2024. Segundo a acusação, o casal teve papel direto na organização do crime.
De acordo com o MPRO, o assassinato de dentista em Vilhena foi planejado com antecedência e contou com a atuação de um grupo estruturado. Durante o julgamento, os promotores Rodrigo Leventi Guimarães e Vinícius Basso de Oliveira sustentaram que os envolvidos atuaram de forma coordenada, com divisão de tarefas.
As investigações apontam que o executor se passou por paciente ao agendar uma consulta com nome falso um dia antes do crime. No momento marcado, ele entrou no consultório e efetuou diversos disparos contra a vítima.
O planejamento incluiu reuniões prévias para definir detalhes da ação. Um dos envolvidos teria auxiliado na fuga, enquanto outra pessoa marcou um segundo horário na clínica, garantindo alternativa caso o primeiro plano falhasse. O assassinato de dentista em Vilhena também teria sido motivado por promessa de recompensa.
Após o crime, o autor fugiu em uma motocicleta e, posteriormente, trocou de veículo com apoio de comparsas para deixar a cidade. O homem apontado como executor, Maicon da Silva Raimundo, morreu em dezembro de 2024 durante confronto com a polícia no município de Colniza (MT).
A mulher condenada também responde por porte ilegal de arma de fogo. Ambos os réus já estavam presos antes da sentença.
O MPRO informou que as investigações continuam para identificar possíveis mandantes e esclarecer a motivação do assassinato de dentista em Vilhena, mantendo o caso em andamento.
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Fonte: News Rondônia