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Colunas O Dia na História Rondônia

HISTÓRIAS DO MEU BAÚ – A EMOÇÃO DO PRIMEIRO VOTO APURADO

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A EMOÇÃO DO PRIMEIRO VOTO APURADO Hoje, pouco depois de quando a noite chegar, o eleitorado brasileiro já estará sabendo quem serão seus governantes e os componentes das três Casas Legislativas, uma com assento em cada Estado e duas com assentos em Brasília, uma apuração rápida, do tipo que quase nem dá tempo de pensar no assunto. Tudo acaba em duas, três horas Toda a apuração, conforme decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao contrário do que acontecia até 2020, fica por conta de um sistema em Brasília, sendo que o eleitorado do país está um pouco mais de 158 milhões, com mais de 2 milhões de novos eleitores desde há 2 anos. No exterior há 938 mil aptos ao voto.

Até alguns anos passados o grande momento da contagem de votos, na quadra do Flamengo (Arigolandia), era quando o juiz eleitoral, até à passagem a Estado o mesmo que servia para casos cíveis, criminais, Família etc, no dia seguinte à votação abria solenemente a primeira urna, transformando o momento numa cena que chamava a atenção dos que estavam no local e, mais ainda, dos que acompanham tudo pela rádio Caiari ou pela Eldorado.

A cidade literalmente parava, após a solene transmissão de nossos melhores radialistas, Walmir Miranda, Osmar Vilhena (ambos já falecidos) Lenílson Guedes, que, lógico, para criar mais suspense, faziam questão de criar um clima para o momento.

Walmir Miranda (c), a emoção da leitura do primeiro voto na ondas da Caiari A modernidade, onde incluo também a decisão do TSE de centralizar em Brasília as apurações de todos os estados para lá, tirou a expectativa de ouvir pelas ondas do rádio as inserções extraordinárias do “andar das eleições” cortou o “barato” e colocou o eleitor mais longe das discussões sobre o que “falavam, as urnas”.

DICA


Fonte: Tribuna Popular