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Brasil e Mundo Política

Ministra do TSE que vetou púlpito vazio de Lula trabalhou no governo petista

2 minutos de leitura

Ministra Estela Aranha proibiu TV Globo de mostrar púlpito vazio de Lula em debate e tem passagem por cargos no governo federal do petista

Por ContraFatos

Estela Aranha atuou no Ministério da Justiça até o início do ano • Arquivo – Reprodução/Instagram

 
Magistrada nomeada por Lula para o Tribunal Superior Eleitoral tem passagem pelo governo federal e trajetória ligada ao direito digital
 

A decisão de proibir a TV Globo de exibir o púlpito vazio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate presidencial desta quinta-feira (1º) colocou a ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no centro de uma intensa polêmica. O que muitos passaram a questionar, porém, é a trajetória profissional da magistrada — que inclui cargos no próprio governo do petista.
A decisão que gerou controvérsia
Ao conceder a medida em caráter de urgência, a ministra argumentou que a imagem da cadeira de Lula desocupada produziria efeitos “que transcendem a simples informação ao eleitorado acerca do não comparecimento”, identificando “perigo de dano” a poucos dias do primeiro turno das eleições. A decisão previa multa em caso de descumprimento pela emissora.

Passagem pelo governo Lula
Antes de chegar ao TSE, Estela Aranha ocupou o cargo de secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, na gestão conduzida por Flávio Dino. Nessa função, ficou conhecida por uma postura combativa diante das big techs. Posteriormente, foi nomeada assessora especial da Presidência da República, atuando na assessoria internacional do órgão, que era chefiada pelo ex-chanceler Celso Amorim.
Nomeação para o TSE e atuação anterior no tribunal
Indicada por Lula para a Corte eleitoral, Estela tomou posse como ministra do TSE em 1º de agosto de 2025, com mandato previsto de dois anos. Antes mesmo da nomeação, ela já havia trabalhado no tribunal: em 2025, atuou como assessora no gabinete da Presidência do TSE, quando a ministra Cármen Lúcia estava à frente da chefia.


Fonte: Tribuna Popular