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ELEIÇÕES 2026: O eleitor pediu “caso concreto”

Para que pesquisa eleitoral?
Para que serve uma pesquisa eleitoral? Tem várias serventias dependendo do contratador, que pode ser um candidato, um partido político (nos dois casos os resultados podem redirecionar as campanhas) serve à própria empresa que faz o trabalho, investidores, governos (para medir o grau de influência que o próprio governo possa ter numa campanha”). Há muitas serventias.
Há vários tipos de “pesquisa eleitoral”, a mais conhecida é a da “intenção de voto”, a “estimulada”, a de “rejeição”, a “espontânea” e outras.
Nesta segunda-feira fui comprar algumas coisas cá para casa, pensando a razão pela qual a inflação está só 4% e o meu bolso todo mês mostra que tudo subiu mais de 4%, pois é: foi aí que um cidadão me parou dizendo que lê os meus escritos e fez duas perguntas1) se dá para confiar em pesquisa eleitoral e 2) que caso concreto que eu tenho sobre o que escrevi no artigo do último dia 8 (“As pesquisas e a “voz das ruas”).

Em 1978 o ex-prefeito Odacir Soares era apontado em todas esquinas como “deputado eleito”, mas perdeu. 2024 – No 1º turno Mariana Carvalho recebeu 44,53% dos votos (111.329 votos) e Leo Moraes 64.125 votos (25,65%). Mariana foi ao returno, conforme pesquisas, “cumprir tabela”. Perdeu. 1998 – Em pesquisas e na Imprensa o governador Valdir Raupp já estava reeleito. José Bianco, citado como 5º entre 6 postulantes, ganhou turno e returno. 1994 – Pesquisas fartamente apontavam a vitória fácil de Chiquilito Erse ao Governo. Valdir Raupp foi o eleito. 1986 – O jornalista Maurício Calixto já era, conforme o jornal O Estadão, deputado eleito. E Chiquilito Erse, na opinião generalizada, já era senador. Os dois perderam.
Pesquisas apontavam vitória de Maurício Calixto em 1986. Perdeu.
Quem quiser mais “casos concretos” os tenho por aqui.


Fonte: Tribuna Popular

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