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Conab divulga resultado preliminar do Amazônia Viva

A Chamada Pública Amazônia Viva avançou para uma nova etapa com a divulgação do resultado preliminar da análise dos projetos apresentados por organizações da Amazônia Legal. A iniciativa é conduzida pela Companhia Nacional de Abastecimento e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com recursos do Fundo Amazônia.
O programa prevê o investimento de R$ 80 milhões para fortalecer a produção sustentável de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, contribuindo para a geração de renda e o desenvolvimento econômico em áreas estratégicas da floresta.
O resultado divulgado contempla a avaliação técnica das propostas habilitadas e os critérios de priorização definidos no edital. A soma dessas análises resultou na pontuação final dos projetos, determinando quais organizações foram aprovadas nesta etapa preliminar.
As entidades que não obtiveram classificação ou que não alcançaram a pontuação mínima exigida também foram incluídas na relação divulgada. No entanto, o processo ainda não está concluído, já que as organizações poderão apresentar recursos referentes às notas recebidas.
O prazo para contestação ficará aberto entre 19 e 23 de junho, período em que os proponentes poderão solicitar revisão da avaliação por meio do sistema disponibilizado pela Conab. Após a análise dos recursos, será divulgado o resultado definitivo dos projetos selecionados.
A previsão é que o resultado final seja publicado em 2 de julho, permitindo o início da fase de contratação das propostas aprovadas. A expectativa dos organizadores é que a execução dos projetos comece em setembro.
A Chamada Pública Amazônia Viva pretende apoiar pelo menos 32 projetos, com investimentos que variam entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões. As ações serão executadas nos estados da Amazônia Legal, incluindo Rondônia, Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.
A iniciativa busca enfrentar desafios históricos que limitam o crescimento econômico dessas comunidades, como dificuldades de logística, armazenamento, beneficiamento da produção, adequação sanitária e acesso aos mercados consumidores.
Com o fortalecimento da infraestrutura produtiva e do acesso às políticas públicas, o programa pretende ampliar oportunidades de desenvolvimento sustentável e valorizar a produção realizada por povos e comunidades que vivem na Amazônia.
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Fonte: News Rondônia

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