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Meio Ambiente

Jardim de chuva reforça combate a alagamentos

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A Prefeitura de Porto Velho concluiu a implantação do segundo jardim de chuva no bairro Agenor de Carvalho, reforçando as ações de drenagem urbana para reduzir alagamentos na capital. A estrutura já está em funcionamento e atua diretamente no controle do escoamento da água em pontos críticos da região.

A obra foi executada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) e integra um conjunto de intervenções voltadas ao enfrentamento de problemas históricos causados pelas chuvas intensas. O novo jardim de chuva foi projetado para reter e desacelerar a água que desce pela avenida Amazonas, reduzindo o volume que chega à avenida Rio de Janeiro, uma das áreas mais afetadas por alagamentos.

Com mais de 20 metros de extensão e cerca de 2 metros de profundidade, o dispositivo tem capacidade para absorver até 70 mil litros de água na primeira hora de chuva. A estrutura conta com bolsões e rochas que diminuem a velocidade do fluxo e permitem a infiltração gradual no solo, evitando sobrecarga no sistema de drenagem.

Além da função técnica, o espaço recebeu paisagismo, unindo eficiência hidráulica e melhoria ambiental. O jardim de chuva também contribui para o melhor funcionamento das bocas de lobo próximas, ampliando a capacidade do sistema urbano.

O prefeito Léo Moraes destacou que a gestão tem priorizado soluções estruturais para problemas recorrentes. Segundo ele, investimentos como esse visam garantir mais qualidade de vida à população e maior eficiência no enfrentamento dos períodos chuvosos.

O secretário executivo da Seinfra, Giovanni Marini, reforçou o caráter estratégico da intervenção. Ele apontou que o uso de soluções sustentáveis, como o jardim de chuva, representa um avanço na integração entre engenharia urbana e preservação ambiental.

Morador do bairro há 45 anos, Milton Campanha acompanhou a execução da obra e participou do plantio. Ele destacou a importância da iniciativa para a comunidade, ressaltando os benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a redução dos alagamentos.

A conclusão do segundo jardim de chuva consolida o uso de alternativas sustentáveis na infraestrutura urbana de Porto Velho, indicando um caminho baseado em planejamento técnico e adaptação às condições climáticas da região.

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