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Netanyahu ordena expansão de operações militares no Sul do Líbano

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (29) uma nova ordem para expandir as operações terrestres e aéreas no Sul do Líbano. A medida visa neutralizar a capacidade do grupo Hezbollah de disparar mísseis e foguetes contra o norte do território israelense. Em pronunciamento oficial, Netanyahu afirmou que a prioridade é garantir uma zona de segurança que afaste a ameaça de invasões e disparos de armas antitanque, citando o avanço das tropas em direção ao Rio Litani como um ponto estratégico para a defesa da fronteira.
A escalada ocorre em um contexto de guerra aberta que já resultou na morte de centenas de combatentes e civis. Segundo o Ministério da Saúde libanês, o número de mortos no país já ultrapassa 1,1 mil pessoas desde o início das operações terrestres em março. Israel sustenta que a ofensiva é necessária para desmantelar a infraestrutura do Hezbollah, que conta com apoio direto do Irã. O gabinete israelense alega já ter eliminado milhares de alvos, mas admite que o grupo ainda possui capacidade residual de atingir cidades do país.
Conflito direto com o Irã e impacto regional
A nova fase da guerra é um desdobramento dos ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro. A ofensiva atingiu a capital Teerã e resultou na morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, o que provocou uma resposta imediata de grupos aliados na região. O Irã, agora sob a liderança de Mojtaba Khamenei, revidou com disparos de mísseis contra bases norte-americanas em países do Golfo, como Catar e Kuwait, elevando o risco de uma guerra total no Oriente Médio.
A situação humanitária no Líbano preocupa órgãos internacionais, com relatos de danos severos a infraestruturas de saúde e escolas. Enquanto isso, Netanyahu reforça que Israel conduz uma campanha em múltiplas frentes para enfraquecer a influência iraniana. Analistas em Porto Velho e observadores globais acompanham com atenção os desdobramentos, temendo que a expansão das operações no Líbano e a tensão nuclear com o Irã provoquem novos choques nos preços do petróleo e instabilidade nos mercados internacionais de energia.
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Fonte: News Rondônia

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