Foto: Júnior Guimarães
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou neste sábado (14) sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) durante evento realizado no município de Jaraguá, a cerca de 120 quilômetros de Goiânia. A cerimônia reuniu lideranças estaduais e nacionais da legenda.
Ao chegar ao encontro, Caiado mencionou o histórico eleitoral do município em suas campanhas. “Todas as vezes que eu lancei minhas campanhas aqui ganhei, e ganhei no primeiro turno. O Daniel [Vilela] também vai ganhar no primeiro turno”, afirmou, ao comentar a pré-candidatura do vice-governador ao governo de Goiás.
O evento, denominado “Pra Frente Goiás”, contou com a presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, do vice-governador Daniel Vilela (MDB) e de lideranças políticas ligadas ao partido no estado.
Também participaram os pré-candidatos ao Senado Gracinha Caiado, Vanderlan Cardoso, Zacharias Calil e Alexandre Baldy.
Disputa interna no partido
Dentro do PSD, Caiado é o nome mais cotado para disputar a Presidência da República nas eleições deste ano. Ele integra o grupo de governadores mencionados nas articulações da legenda ao lado de Ratinho Junior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
O governador havia anunciado a decisão de deixar a antiga sigla há cerca de um mês, em evento ao lado de Gilberto Kassab. Apesar do anúncio público, o registro formal da mudança ainda não constava nos documentos da Justiça Eleitoral.
Em entrevista ao portal O Popular, de Goiás, Caiado alegou que aguardava a realização do encontro partidário deste sábado para formalizar a filiação.
Definição de candidatura presidencial
O presidente nacional do PSD indicou que o partido deverá anunciar ainda neste mês o nome que representará a legenda na disputa presidencial.
Em publicação nas redes sociais, Kassab comentou que a escolha será divulgada até o fim de março.
“O candidato ainda não foi escolhido. O PSD anunciará até o fim deste mês de março quem levará essas propostas como alternativa à polarização, que domina e paralisa a política e a administração brasileira com temas que pouco contribuem para a solução das demandas mais urgentes do Brasil”, escreveu.
Inicialmente, o anúncio estava previsto para abril, mas dirigentes passaram a defender antecipação da definição para março.
Fonte: Conexão Política

