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Vigilância Sanitária alerta para cuidados na compra do bacalhau para a Semana Santa

O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio) divulgou, nesta quinta-feira, 2 de abril, uma série de orientações essenciais para quem pretende comprar bacalhau para as celebrações da Semana Santa. O alerta foca na identificação de sinais de deterioração e na diferenciação entre o produto legítimo e outros peixes salgados. Segundo o órgão, o consumidor deve rejeitar peças que apresentem manchas avermelhadas ou pontos pretos, pois esses sinais indicam a proliferação de bactérias ou fungos no alimento.
Outro ponto de atenção destacado pela fiscalização é o tipo de sal utilizado na preservação do peixe seco. A norma sanitária exige o uso exclusivo de sal grosso para a conservação; o uso de sal fino é proibido por não garantir a cura adequada do pescado. Além da qualidade física, a presidente do Ivisa-Rio, Aline Borges, ressalta a importância de verificar o rótulo para evitar propagandas enganosas. Apenas as espécies Gadus morhua (Porto) e Gadus macrocephalus (Portinho) podem ser comercializadas com a denominação de “bacalhau”.
Peixes populares nas gôndolas brasileiras, como Saithe, Ling e Zarbo, são frequentemente confundidos com o bacalhau devido ao processo de salga, mas possuem valor de mercado inferior e características distintas. Por lei, esses produtos devem ser identificados claramente como “pescado salgado” ou “salgado e seco”. A orientação para quem busca o produto legítimo é conferir a classificação na embalagem, garantindo que o preço pago corresponda à espécie correta e evitando prejuízos financeiros durante o período de alta demanda.
Para os consumidores que preferem o peixe fresco, a Vigilância Sanitária recomenda observar a integridade do animal. Bons sinais de conservação incluem guelras avermelhadas, olhos brilhantes que preenchem a órbita e escamas firmes. Aline Borges alerta que o rompimento do ventre do peixe é um indicativo de estágio avançado de decomposição. Após a compra, a recomendação técnica é realizar a retirada das vísceras imediatamente para estender a vida útil do produto antes do preparo para o tradicional almoço de Páscoa.
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Fonte: News Rondônia

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