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Usuários de operadora no Brasil notam mudança inesperada nos celulares e sinal informativo

A Vivo e a Starlink avançaram nas negociações para oferecer conexão direta entre celulares e satélites no Brasil. Usuários começaram a identificar nos aparelhos uma rede chamada “Vivo Starlink”, enquanto as duas empresas realizam testes da tecnologia no país.
A solução utiliza o modelo Direct-to-Device (D2D), que permite ao smartphone se comunicar diretamente com satélites em órbita baixa. O sistema pode ampliar a cobertura móvel principalmente em regiões onde não há sinal disponível por meio das antenas terrestres tradicionais.
Foto: WHoP
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a Telefônica Brasil, controladora da Vivo, a realizar testes da tecnologia em território nacional. A medida alcança até 50 terminais móveis e abrange o período entre 19 de julho e 22 de outubro.
A regulamentação adotada pela agência fixa que a comunicação direta entre satélites e dispositivos móveis seja realizada, nesta fase, por meio de parceria com operadoras que detenham autorização para uso das radiofrequências. O modelo integra um ambiente regulatório experimental criado pela Anatel.
A Starlink já vinha negociando com operadoras brasileiras para utilizar suas frequências na conexão dos satélites diretamente aos smartphones.
O serviço não substitui a estrutura convencional da Vivo. A proposta é complementar a cobertura terrestre e permitir comunicação em locais onde as redes 4G ou 5G estejam indisponíveis, desde que o aparelho esteja em área adequada para estabelecer contato com os satélites.
Mesmo com os testes, além da aparição da identificação “Vivo Starlink” nos celulares, o serviço ainda não foi lançado comercialmente no Brasil. As empresas também não divulgaram oficialmente planos, preços ou uma data para disponibilização aos clientes.


Fonte: Conexão Política

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