A Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Três Marias, em Porto Velho, vem consolidando uma nova fase no atendimento à população, com serviços mais acessíveis, ágeis e contínuos na atenção básica.
Moradora do bairro Lagoinha, Dona Cleonice dos Santos destaca as melhorias após o início do funcionamento da unidade. Antes, os atendimentos eram realizados em locais distantes, como no bairro Agenor de Carvalho, o que dificultava o acesso.
Além da estrutura física, ela ressalta o trabalho dos agentes comunitários de saúde, que atuam diretamente nas residências, acompanhando e orientando as famílias.
O prefeito Léo Moraes afirmou que a unidade representa um avanço importante na atenção primária. “Estamos garantindo atendimento humanizado, de qualidade e próximo da população”, destacou.
Atendimento completo na atenção básica
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), a USF oferece uma ampla gama de serviços, incluindo:
Consultas com clínico geral
Atendimento odontológico
Serviços de enfermagem
Vacinação diária
Exames laboratoriais
Regulação e encaminhamentos
O atendimento começa às 7h, com distribuição de senhas e acolhimento dos pacientes. Já o serviço de vacinação funciona das 7h às 19h.
Acompanhamento contínuo e prevenção
A unidade também realiza acompanhamento de gestantes, com pré-natal alternado entre enfermeiros e médicos, além de atendimento a recém-nascidos, incluindo puericultura e testes como o do pezinho.
Outras ações incluem planejamento familiar, testes rápidos, coleta de exames preventivos e tratamento antirrábico.
Segundo profissionais da unidade, o foco é garantir cuidado contínuo, desde a prevenção até situações mais complexas, com encaminhamento quando necessário.
Impacto direto na comunidade
Com cerca de 50 profissionais e quatro equipes de agentes comunitários, a USF realiza aproximadamente 3 mil atendimentos mensais, já tendo alcançado mais de 21 mil atendimentos desde o início das atividades.
A unidade atende moradores dos bairros Três Marias e Lagoinha, evitando deslocamentos para outras regiões da cidade.
Histórico de abandono e retomada
A estrutura foi construída com recursos de compensação das usinas do rio Madeira, com obras iniciadas em 2011 e entrega em 2013. No entanto, o prédio permaneceu anos abandonado e sofreu depredações.
Com capacidade para atender até 16 mil pessoas, a unidade foi reativada e passou a funcionar efetivamente na atual gestão municipal, com investimento de quase R$ 3 milhões.
A retomada representa um avanço significativo para a saúde pública na capital, ampliando o acesso e fortalecendo a atenção básica.
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Fonte: News Rondônia