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Suspeito de matar homem monitorou vítima por dois meses

A Polícia Militar de Minas Gerais revelou que Marcos A., de 19 anos, monitorou os passos de Rafael Garcia Pedroso, de 31 anos, por cerca de 60 dias antes de executá-lo. O crime ocorreu no dia 31 de março, em frente à Unidade Básica de Saúde (UBS) Carlos Alberto Vieira, no bairro Novo Horizonte, em Frutal. Rafael foi atingido por cinco disparos enquanto aguardava a esposa em frente ao posto de saúde.
O homicídio guarda uma trágica ligação com o passado: há dez anos, Rafael matou a mãe de Marcos, Glauciane, com 20 facadas durante um churrasco. Na época, Marcos tinha apenas 9 anos e presenciou o ataque contra a mãe. Rafael havia sido condenado pelo crime, mas deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) em 15 de janeiro de 2026 para cumprir prisão domiciliar, devido à superlotação do sistema prisional e à falta de vagas no regime semiaberto.
A defesa de Marcos afirmou que o jovem pretende se apresentar espontaneamente e confessar o crime, alegando que ele não fugiu e deseja colaborar com as autoridades. No entanto, a Polícia Civil explicou que a apresentação precisa ser agendada com a delegacia responsável para não prejudicar o andamento do inquérito, que já está em estágio avançado. Um mandado de prisão temporária contra o investigado já foi solicitado ao Poder Judiciário.
Inicialmente, a Polícia Militar suspeitava do envolvimento de outras duas pessoas, incluindo um motociclista que teria dado fuga ao executor. A prisão domiciliar de Rafael estava fundamentada na Súmula Vinculante 56 do STF, que proíbe a manutenção de presos em regime mais gravoso por deficiência do Estado. Agora, a Polícia Civil trabalha para formalizar a prisão de Marcos e esclarecer se houve participação direta de cúmplices no assassinato.
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Fonte: News Rondônia

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