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Sergio Moro lidera todos os cenários para o governo do Paraná, diz Genial/Quaest

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta segunda-feira (27) indica que o senador Sergio Moro (PL) aparece na frente em todos os cenários testados para a sucessão ao governo do Paraná nas eleições deste ano. O parlamentar figura na primeira posição em todas as simulações de primeiro turno e também vence seus concorrentes nos confrontos diretos de segundo turno.
Em um primeiro desenho de corrida eleitoral, Moro registra 39% das intenções de voto. Na sequência, surgem Requião Filho (PDT), com 18%, e Rafael Greca (MDB), pontuando 12%. O deputado Sandro Alex (PSD) atinge 7%, enquanto Luiz França (Missão) e Tony Garcia (DC) aparecem com 1% cada. Eleitores indecisos representam 15% do total, e 7% expressaram intenção de votar em branco, nulo ou se abster.
Na segunda hipótese analisada, a liderança de Moro se mantém em 39%, seguido por Requião Filho, que vai a 19%, e Greca, com 12%. Sandro Alex chega a 8% e Luiz França marca 1%. Em um terceiro contexto de votação, o senador soma 40% das escolhas, acompanhado por Requião Filho com 24% e Sandro Alex com 9%, cabendo a Luiz França o índice de 2%.
Nas projeções para segundo turno, o integrante do PL também supera seus opositores nas urnas. Em um embate contra Requião Filho, Moro atinge 48% ante 29% do pedetista. Já em uma disputa com Rafael Greca, o placar aponta 47% para o ex-juiz da Lava Jato e 25% para o ex-prefeito curitibano. Em um duelo direto com Sandro Alex, a vantagem do senador fica em 50% a 18%.
O levantamento testou ainda uma hipótese sem o nome de Sergio Moro na disputa. Nessa conjuntura, Rafael Greca lidera numericamente com 33%, colado em Requião Filho, que registra 32%. Por estarem separados por uma margem mínima, dentro do limite de variação da pesquisa, ambos se encontram em situação de empate técnico.
A sondagem da Genial/Quaest ouviu 1.104 eleitores presencialmente entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um intervalo de confiança de 95%. O estudo foi devidamente protocolado na Justiça Eleitoral sob os registros BR-01656/2026 e PR-04818/2026.


Fonte: Conexão Política

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