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Sem acordo, EUA ameaçam fechar Estreito de Ormuz após переговорações com Irã

As delegações dos Estados Unidos e do Irã encerraram sem acordo uma rodada de negociações realizada em Islamabad, capital do Paquistão, após cerca de 21 horas de reuniões intensas.
Ao deixar o encontro, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, afirmou que não houve avanço porque o Irã não aceitou os termos propostos pelos EUA, especialmente relacionados ao programa nuclear.
“Precisamos ver um compromisso afirmativo de que eles não vão criar uma arma nuclear e que não vão em busca de ferramentas que possibilitem o desenvolvimento rápido desta arma nuclear. Este é o objetivo central do presidente dos EUA e é isso o que tentamos conseguir nessas negociações”, declarou.
Do lado iraniano, a posição foi de desconfiança. O chefe do Parlamento, Mohammad-Bagher Ghalibaf, afirmou que houve disposição para dialogar, mas criticou a postura americana.
“[Apresentamos] iniciativas promissoras, mas, no fim, o lado oposto não conseguiu conquistar a confiança da delegação iraniana nesta rodada de negociações”, disse.
Ele ainda acrescentou: “Não vamos cessar nossos esforços por nenhum momento para consolidar nossas conquistas nesses 40 dias de defesa nacional”.
Tensão aumenta no Estreito de Ormuz
Após o fracasso das negociações, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou medidas mais duras envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio global de petróleo.
Segundo o presidente, a Marinha norte-americana deverá atuar para impedir a circulação de embarcações que tenham pago taxas ao Irã, além de realizar operações para retirada de minas na região.
“Também instruí nossa Marinha a buscar e interceptar todas as embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã. Ninguém que pagar um pedágio ilegal terá passagem segura em alto-mar. Também começaremos a destruir as minas que os iranianos colocaram no Estreito”, afirmou.
A região concentra cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo e já vinha sendo alvo de tensão após o fechamento parcial promovido pelo Irã em resposta a ações militares anteriores.
Impasse envolve questões nucleares e regionais
Durante as negociações, foram discutidos temas como o programa nuclear iraniano, sanções econômicas, indenizações de guerra e o futuro do Estreito de Ormuz.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, reconheceu que o curto tempo de բանակցiação dificultou avanços.
“Era natural que tais questões não pudessem ser resolvidas em quase 24 horas de negociações”, afirmou.
Segundo ele, as divergências persistem principalmente em relação ao controle do Estreito de Ormuz e a questões regionais mais amplas.
O cenário segue indefinido, com aumento das tensões geopolíticas e sem previsão de uma nova rodada de բանակցiações.
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Fonte: News Rondônia

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