A Sala Vermelha da UPA Leste, em Porto Velho, tem papel essencial no atendimento de pacientes em estado grave. O setor funciona como uma linha de frente contra a morte, recebendo diariamente casos críticos que exigem intervenção imediata para garantir a sobrevivência.
Com uma média de cerca de 400 atendimentos por dia na unidade, entre 6 e 10 pacientes passam pela Sala Vermelha, onde são tratados quadros mais delicados, como paradas cardíacas, infartos, AVCs, traumas graves e insuficiência respiratória.
Destinada exclusivamente a casos graves, a Sala Vermelha conta com estrutura semelhante à de uma mini UTI, equipada com ventiladores mecânicos, desfibriladores e monitoramento contínuo. O objetivo principal é a estabilização clínica do paciente, antes da transferência para hospitais da rede municipal.
Segundo o médico Rafael Garcia, o setor concentra os casos com maior risco de morte. “É o local com os pacientes mais críticos, que têm risco de ir a óbito. Aqui temos suporte completo e equipe dedicada o tempo todo”, explicou.
O atendimento começa com uma avaliação rápida da gravidade, seguida de intervenção imediata. Após a estabilização, o paciente pode ser encaminhado para unidades de maior complexidade, como o Hospital João Paulo II.
A dinâmica da Sala Vermelha está diretamente ligada ao Protocolo de Manchester, que classifica os pacientes por cores conforme a gravidade. O nível vermelho representa prioridade máxima, exigindo atendimento imediato para evitar complicações ou morte.
Na prática, isso significa que pacientes classificados como “vermelho” chegam à unidade em estado crítico, muitas vezes sem respiração ou batimentos cardíacos, ou vítimas de violência e acidentes graves.
O prefeito Léo Moraes destacou a importância do setor para a saúde pública da capital. “A Sala Vermelha é essencial para salvar vidas. É um trabalho fundamental realizado por profissionais que atuam na linha de frente das emergências”, afirmou.
A atuação da equipe da UPA Leste reforça o papel da unidade como referência no atendimento de urgência e emergência, garantindo resposta rápida, suporte intensivo e mais chances de sobrevivência para pacientes em estado crítico.
Veja mais notícias
Fonte: News Rondônia

