As três maiores cidades do estado concentram o maior número de prisões relacionadas ao furto de energia no primeiro semestre de 2026. Também foram registradas ocorrências em municípios como Rolim de Moura, Vilhena, Cacoal, Guajará-Mirim e Candeias do Jamari.
As ações são resultado de operações de fiscalização realizadas em campo, com apoio de denúncias e análises técnicas que identificam irregularidades na rede elétrica.
Combate às fraudes envolve concessionária e forças de segurança
As inspeções são conduzidas pela concessionária de energia que atua no estado, com apoio da Polícia Militar, responsável pelas prisões em flagrante. Já a confirmação técnica das irregularidades é feita pela Polícia Técnico-Científica (Politec).
Segundo representantes do setor, o trabalho integrado é fundamental para identificar ligações clandestinas e responsabilizar os envolvidos.
Furto de energia é crime e representa risco à população
Além de ser considerado crime com pena que pode chegar a até oito anos de prisão, o furto de energia elétrica também representa risco direto à segurança.
Ligações irregulares podem causar curtos-circuitos, incêndios e acidentes graves, além de comprometer a estabilidade da rede elétrica.
De acordo com a concessionária, o combate às fraudes é contínuo e busca reduzir riscos tanto para consumidores quanto para equipes técnicas em campo.
Impacto financeiro recai sobre consumidores regulares
O furto de energia não afeta apenas o sistema elétrico, mas também gera prejuízos econômicos.
A energia desviada é contabilizada como perda operacional, o que pode aumentar custos do serviço e impactar indiretamente os consumidores que pagam suas contas em dia.
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O combate às fraudes é apontado como essencial para garantir um sistema mais justo e eficiente.
Denúncias podem ser feitas de forma anônima
A participação da população é considerada essencial no enfrentamento do crime. Denúncias de ligações clandestinas podem ser feitas de forma anônima pelos seguintes canais:
190 (Polícia Militar)
0800 647 0120 (concessionária de energia)
As informações são tratadas com sigilo para garantir a segurança dos denunciantes.
O aumento das ações de combate ao furto de energia em Rondônia reforça a atuação integrada entre concessionária e forças de segurança. As 69 prisões registradas no primeiro semestre de 2026 mostram a continuidade das fiscalizações e o impacto direto dessas práticas ilegais no sistema elétrico.
O enfrentamento às fraudes segue como prioridade, tanto pela questão da segurança pública quanto pela estabilidade do fornecimento de energia no estado.
PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ)
O que é considerado furto de energia?
É a ligação clandestina ou qualquer forma de desvio de energia elétrica sem registro ou pagamento à concessionária.
Qual a pena para furto de energia?
A legislação brasileira prevê pena que pode chegar a até oito anos de prisão, além de multas e ressarcimento.
Quais cidades tiveram mais prisões em Rondônia?
Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes lideram os registros no primeiro semestre de 2026.
Quem realiza as prisões nesses casos?
As prisões são feitas pela Polícia Militar após constatação de irregularidades em inspeções técnicas.
Como denunciar furto de energia?
As denúncias podem ser feitas anonimamente pelo 190 ou pelo 0800 647 0120 da concessionária.
Com informações da Energisa.
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Fonte: News Rondônia