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Princípio de incêndio em bloco das coordenações da Unir reacende debate sobre modernização do Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho

Um princípio de incêndio registrado na noite de terça-feira (1º/7) no quadro geral de energia do Prédio 2C, bloco que abriga as coordenações de cursos da Universidade Federal de Rondônia (Unir), no Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho, reacendeu o debate sobre a necessidade de modernização da infraestrutura da instituição. Grande parte dos edifícios do campus foi construída há cerca de 44 anos, quando a universidade consolidou sua instalação na capital, às margens da BR-364, no km 9,5, sentido Acre.
Segundo comunicado da Pró-Reitoria de Infraestrutura e Sustentabilidade (Proinfra), as chamas foram controladas rapidamente e não houve registro de feridos. Os danos ficaram restritos ao quadro geral de energia elétrica do prédio.
Como medida preventiva, o bloco permanecerá sem fornecimento de energia até que sejam concluídas as avaliações da demanda elétrica e uma inspeção completa das instalações. Embora o acesso ao Prédio 2C esteja liberado, a permanência no local permanece proibida até que todas as condições de segurança sejam restabelecidas.
A Proinfra informou ainda que os professores e servidores responsáveis pelas salas foram orientados a providenciar a abertura dos ambientes para que as equipes técnicas possam realizar as inspeções necessárias. Um novo comunicado será divulgado após a conclusão dos serviços.

O incidente afeta um dos principais setores administrativos da universidade, já que o Prédio 2C concentra as coordenações de diversos cursos de graduação, responsáveis pelo atendimento a estudantes, professores e pela gestão acadêmica. A suspensão das atividades presenciais no bloco pode provocar impactos temporários no funcionamento desses setores.
Além das medidas emergenciais, o episódio volta a colocar em evidência a necessidade de investimentos na infraestrutura da Unir. Os prédios mais antigos do campus José Ribeiro Filho foram construídos no início da década de 1980 e, desde então, passaram a atender uma demanda muito superior à originalmente prevista. O crescimento da universidade, aliado à expansão de laboratórios, sistemas informatizados e equipamentos de climatização, elevou significativamente o consumo de energia elétrica ao longo das últimas décadas.
Embora as causas do princípio de incêndio ainda sejam objeto de avaliação técnica, o episódio reforça a importância de um programa contínuo de manutenção preventiva e de modernização das instalações elétricas e estruturais da universidade. A atualização desses sistemas representa não apenas um investimento na preservação do patrimônio público, mas também uma medida essencial para garantir segurança e melhores condições de funcionamento à comunidade acadêmica.
A Universidade Federal de Rondônia informou que trabalha para restabelecer o funcionamento do Prédio 2C no menor prazo possível, após a conclusão das inspeções técnicas e a liberação do edifício para uso seguro.

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Fonte: News Rondônia

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