Os seguranças investigados na morte do empresário Adalberto Amarílio Júnior, 35, durante um festival de motos no Autódromo de Interlagos em 2025, trabalhavam para uma empresa contratada pela Prefeitura de São Paulo. Documentos obtidos pelo UOL quase um ano após o caso mostram que o serviço custou R$ 486 mil e foi pago pela SPTuris.
Fonte: UOL Noticias