Levantamento recente do Serviço Geológico do Brasil acende um alerta sobre os riscos geológicos nas capitais da Amazônia Legal, com destaque para Porto Velho. Dados de fevereiro de 2026 mostram que a capital rondoniense possui 69 áreas de risco e mais de 26 mil domicílios expostos a desastres naturais, como inundações, erosão e deslizamentos.
O cenário coloca Porto Velho entre as cidades mais vulneráveis da região Norte. Os números revelam que milhares de famílias vivem sob ameaça constante de eventos extremos, especialmente durante o período de chuvas intensas, quando os riscos se agravam e podem causar prejuízos materiais e humanos.
De acordo com o levantamento, as principais ameaças na capital de Rondônia são inundações, erosões e deslizamentos. A combinação desses fatores evidencia a necessidade urgente de planejamento urbano e ações preventivas, incluindo obras de infraestrutura, monitoramento de áreas críticas e políticas públicas voltadas à redução de riscos.
O estudo também mostra que outras capitais amazônicas enfrentam desafios semelhantes, como Manaus e Belém, que lideram em diferentes indicadores. Especialistas reforçam que compreender os riscos geológicos é essencial para evitar tragédias e proteger vidas, sobretudo em regiões com crescimento urbano acelerado e ocupação irregular.
Ranking – Domicílios em áreas de risco
Belém — 62.193
Manaus — 28.026
Porto Velho — 26.535
Macapá — 15.609
Rio Branco — 6.625
São Luís — 3.425
Cuiabá — 353
Boa Vista — 251
Palmas — sem dados disponíveis
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Fonte: News Rondônia