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POESIA: O Clarim da Eternidade

O Clarim da Eternidade

O mundo vive em conflito
Esquecendo a salvação
Mas a Bíblia já avisa
Que virá a tribulação
Pois o tempo está findando
Para esta geração.
Os selos serão abertos
Pelo Cordeiro de Luz
A terra treme o alicerce
Pelo peso da sua cruz
Fugir ninguém consegue
Do olhar de Jesus.
O Sol vai perder o brilho
A Lua cor de carvão
As Estrelas caindo juntas
Pela força da sua mão
Anunciando que chega
O dia da redenção.
As trombetas soarão
Com um som de pavor
Para quem não quis ouvir
A voz do seu Criador
Mas será doce melodia
Para quem crer no Salvador.
Sete taças de justiça
Sobre o mal se derramarão
Onde o orgulho do homem
Cairá morto no chão
Pois o trono da soberba
Não terá mais direção.
O dragão e a serpente
Tentarão se levantar
Enganando as nações
Para a guerra preparar
Mas o General do Céu
Vem o mal derrotar.
De repente o céu se abre
Num clarão de majestade
Montado num cavalo branco
Vem o Rei da Verdade
Para julgar cada povo
Com justiça e equidade.
Todo olho então verá
Aquele que foi ferido
O Rei que venceu a morte
E por nós foi escolhido
Resgatando para a glória
Todo o povo arrependido.
Não haverá mais tristeza
Nem a dor, nem o lamento
As lágrimas serão secas
Nesse lindo momento
Pois a morte foi vencida
Pelo Deus do livramento.
A Nova Jerusalém
Desce do céu como luz
Onde a paz é o caminho
Que o remido conduz
Para sempre reinaremos
Ao lado do bom Jesus.
Moiseis Oliveira da Paixão


Fonte: Tribuna Popular

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