A situação de animais soltos em Vilhena motivou intensos debates em comunidades virtuais no domingo (29). O caso mais grave envolveu uma cadela da raça pit bull que, após fugir da residência de seus tutores, morreu atropelada na rodovia BR-364. Antes do acidente fatal, os donos haviam feito apelos nas redes sociais para localizar o animal, que, apesar do porte robusto, não apresentava histórico de agressividade. A tragédia expõe os riscos tanto para os animais quanto para os motoristas que trafegam pelo perímetro urbano da rodovia federal.
Em outro ponto da cidade, um cão da mesma raça foi flagrado caminhando livremente pela Avenida Paraná, uma das principais artérias comerciais de Vilhena. O registro em vídeo causou apreensão entre pedestres e condutores devido ao porte avantajado do animal. Embora não tenham sido registrados ataques nesse episódio específico, moradores relatam que a circulação de cães de grande porte sem supervisão é um problema recorrente, com registros anteriores de ataques a outros pets e transeuntes.
A problemática se estende para além de casos isolados de fuga. Registros enviados por leitores mostram matilhas vivendo nas proximidades da rodoviária e da escola Marechal Rondon. Nestes locais, cães machos e fêmeas cruzam entre si, o que contribui para a proliferação descontrolada de animais de rua. Um vídeo específico denunciou ainda o abandono de quatro cães incluindo duas fêmeas prenhas em uma residência onde os antigos moradores se mudaram e deixaram os animais para trás sem assistência.
A negligência na guarda de cães considerados ferozes é um ponto central das discussões na maior cidade do Cone Sul de Rondônia. Autoridades de vigilância sanitária e associações de proteção animal reforçam que a responsabilidade sobre o pet é do tutor e que o abandono é crime previsto em lei.
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Fonte: News Rondônia