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Política

Segurança de Mendonça é reforçada após ministro assumir relatoria do caso Master e do inquérito do INSS no STF

O ministro André Mendonça, do STF, teve a segurança reforçada após assumir a relatoria do caso Master. A medida foi adotada após avaliação interna do tribunal identificar aumento de risco à integridade física do magistrado. Mendonça também conduz as investigações sobre fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS. Medidas adotadas Segundo assessores e

Acordo com o Irã: o que Trump anunciou e o que os fatos dizem

Os Estados Unidos e o Irã estão prestes a assinar, na sexta-feira em Genebra, um memorando de entendimento que estabelece uma trégua de 60 dias e abre caminho para negociações sobre o programa nuclear iraniano. O acordo foi anunciado no domingo, após três meses de guerra iniciada em 28 de fevereiro com ataques americanos e israelenses ao Irã.

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Amazônia Que Eu Quero: especialistas debatem tecnologia, democracia e segurança eleitoral em Porto Velho


Painelistas e mediadora do evento do Amazônia Que Eu Quero 2026 Rede Amazônica A influência da tecnologia na democracia e o combate à desinformação foram temas centrais do painel "Amazônia Que Eu Quero" 2026, realizado em Porto Velho nesta terça-feira (16). O evento reuniu reuniu juristas e um cientista político no auditório do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. O projeto, de iniciativa da Fundação Rede Amazônica (Fram), tem o objetivo de debater o papel da tecnologia na democracia e preparar o eleitor para o próximo pleito. Veja o painel NA ÍNTEGRA aqui As discussões e ideias levantadas durante o encontro vão compor o terceiro "Caderno de Soluções", documento que reúne propostas da sociedade e será entregue a autoridades políticas como sugestão de melhorias. Participaram do debate como painelistas: o cientista político e professor João Paulo Viana, o desembargador Raduan Miguel Filho e o procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon. Clique aqui e saiba quem eles são Desafios na era da tecnologia Um dos principais pontos levantados durante o painel foi como redes sociais, algoritmos e mecanismos semelhantes influenciam o eleitor e criam dilemas para a Justiça Eleitoral. Além disso, diante desse mundo tecnológico, o desafio de combater as fake news. "O algoritmo vai testar preferências. Os indivíduos passam a se relacionar apenas entre aqueles indivíduos que pensam da mesma forma, radicalizando ainda mais a sua forma de pensar e de agir. Isso no ambiente de fake news, de desinformação, é extremamente maléfico para a democracia", comentou o cientista político e professor João Paulo Viana. Nesse ponto, destacou-se o papel essencial da Justiça Eleitoral no enfrentamento à desinformação, com a adoção de medidas que responsabilizam partidos, candidatos e até provedores de aplicativos por práticas ilegais e prejudiciais nas redes sociais. "A gente percebe uma evolução na legislação quanto a esses fatos que são notoriamente inverídicos. A tendência é a remoção quase que imediata, sob pena de suspensão também de perfis. Qual é a sanção, o remédio que a justiça eleitoral, que a legislação apresenta? É a perda do mandato caso essas informações sejam graves a ponto de influenciar aquele resultado", aponta o procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon. A discussão evidenciou que o futuro da democracia na era digital depende de equilibrar inovação tecnológica com responsabilidade institucional, garantindo que a liberdade de expressão não seja capturada pela desinformação e que o voto permaneça livre e consciente. "O vício não está dentro da urna, o vício está fora, naquela pessoa que está segurando o voto, que vai colocar na urna ou digitando na cabeça, ele entrou ali dentro com a vontade dele, viciado. É isso que nós temos que evitar acontecer", reforça o desembargador Raduan Miguel Filho. Amazônia Que eu Quero: Projeto debate democracia na era digital e eleições do futuro

‘Não há medo’, afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal

O técnico da República Democrática do Congo, o francês Sébastien Desabre, afirmou nesta terça-feira (16) que sua equipe não tem medo de enfrentar o Portugal de Cristiano Ronaldo, que os congoleses esperam neutralizar coletivamente.

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