Creatina monohidratada 100% pura, sem sabor e ideal para quem busca mais força, desempenho físico e recuperação muscular com excelente custo-benefício.
As apostas para o sorteio em comemoração dos 30 anos da Mega-Sena começam neste domingo (17). O prazo final para apostas individuais do concurso especial 3010 é até as 22h do dia 23 de maio, no horário de Brasília.
Quem preferir participar de bolões da Mega-Sena 30 Anos, as cotas podem ser compradas até as 10h de 24 de maio, um domingo, data do sorteio.
A Caixa Econômica Federal esclarece que todo sorteio especial e loterias têm um período de vendas exclusivas, como no caso da Mega-Sena 30 anos. Por este motivo, o calendário de apostas é reorganizado.
“Não se trata de suspensão [das apostas]”, explicou a Caixa à Agência Brasil.
Como apostar
Os interessados não precisam aguardar até domingo para apostar na edição especial de 30 anos da Mega-Sena. Os palpites já podem ser feitos nas lotéricas de todo o país, pelo site Loterias Caixa, pelo aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS, e pelo internet Banking Caixa , canal exclusivo para correntistas do banco público.
O valor da aposta simples, com seis dezenas, é R$ 6.
A Caixa esclarece que o concurso não acumula, se não houver ganhadores na faixa principal, como ocorre em outros sorteios especiais, a exemplo das edições da Mega da Virada, Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência.
Caso ninguém acerte os seis números sorteados, o prêmio será redistribuído entre os acertadores da segunda faixa, acerto de cinco números. Se ainda assim não houver ganhadores, passa para a terceira faixa e assim sucessivamente, conforme as regras da modalidade.
Premiação
A Caixa estima que o prêmio do sorteio especial da Mega-Sena pode alcançar R$ 200 milhões.
Caso apenas um apostador conquiste sozinho o valor milionário estimado e aplique integralmente o prêmio na poupança, o rendimento do investimento no primeiro mês seria de aproximadamente R$ 1,34 milhão, considerando os parâmetros atuais de rentabilidade desse investimento, calcula a instituição financeira.
Corrida ao ritmo de 'Noiadance' arrasta centenas de pessoas em Porto Velho
O que começou como uma corrida entre amigos virou um dos encontros mais movimentados de Porto Velho. Ao som do Noiadance, o Funpace reúne centenas de pessoas todas as terças-feiras em uma mistura de esporte, música e vida social.
O encontro acontece às 19h30, no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), e ficou conhecido entre os participantes como um verdadeiro “culto”. O nome Funpace, expressão que pode ser traduzida livremente como “ritmo divertido”, resume a proposta do grupo: transformar a corrida em uma experiência coletiva, fazer amizades e um novo estilo de vida.
🔍 O fenômeno acompanha o crescimento das corridas de rua em todo o país. Segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (ABRACEO), a modalidade cresceu 85% em 2025, depois de já ter registrado aumento de 24% em 2024.
Em Porto Velho, esse movimento ganhou identidade própria. O Funpace nasceu oficialmente em setembro de 2025, a partir de um evento simples criado no Strava, rede social voltada para atividades físicas. A primeira edição recebeu o nome de NR (Night Run) 01. Hoje, o coletivo já soma mais de 20 encontros.
Em entrevista ao g1, Lucas Rômulo, um dos fundadores do coletivo, contou que entre 20 e 25 pessoas participaram do primeiro encontro. Segundo ele, a maioria era formada por mulheres.
O início foi improvisado e até um pouco caótico. No primeiro encontro, um dos organizadores chegou atrasado, fazendo alguns participantes acreditarem que o evento poderia ser falso.
“Hoje, essa história virou motivo de riso. Na época, era só o começo de algo despretensioso, mas com grande propósito”, conta Lucas.
Naquele momento, os encontros aconteciam em um posto de combustível na Avenida Jorge Teixeira, próximo à Rodoviária “Destemidos Pioneiros”. O percurso de cinco quilômetros passava pelas avenidas Carlos Gomes, Farquar e Duque de Caxias antes de voltar ao ponto inicial.
Mas o que começou pequeno cresceu rápido. A cada terça-feira, mais pessoas apareciam vestindo o dress code do grupo — roupas pretas ou brancas — até que dezenas viraram centenas. Hoje, segundo Lucas, mais de 20 mil pessoas já participaram do “culto”.
“A cada semana era nítido que mais pessoas compareciam aos encontros. Mas, a partir da NR 09, saímos de 100 para mais de 300 participantes todas as semanas”, relembra.
O Holidays Run, último encontro de 2025, marcou uma virada para o coletivo. Com o crescimento do público, os organizadores decidiram levar os encontros para o complexo da EFMM, em busca de um espaço que representasse melhor a identidade cultural e histórica da cidade.
“Para a próxima estação entendemos que precisava ser em um ponto que marcasse a cultura e a história de Porto Velho e, acima de tudo, que comportasse o crescimento do movimento”, explica Lucas.
No ritmo de Porto Velho
No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
Reprodução/FUNPACE
Segundo Lucas, a ideia era fugir da pressão das corridas tradicionais: nada de competição, comparação ou cobrança. A proposta era correr pelo prazer, pela experiência e pela companhia. Tudo guiado pelo lema: “ninguém solta a mão de ninguém”.
Nos encontros, os corredores seguem juntos, guiados por um pacer, pessoa responsável por manter o ritmo coletivo. Durante os cinco quilômetros de percurso, o que move o grupo vai além do fôlego: playlists recheadas de música, principalmente o Noiadance, ajudam a transformar a corrida em uma experiência quase coreografada.
O estilo musical ganhou projeção nacional em 2025, depois que o hit “Santinha”, do DJ Felipe Moraes, viralizou nas redes sociais. Mas em Porto Velho o Noiadance já fazia parte da cultura popular há anos, embalando festas nas zonas Leste e Sul da cidade.
Com o tempo, o ritmo atravessou bairros, ganhou o centro da capital e passou a ocupar festas, eventos e comemorações. Hoje, já é uma das marcas culturais porto-velhenses, reunindo multidões no Carnaval com o bloco Remix Folia e, agora, também nas corridas do Funpace.
Curiosamente, o Noiadance não fazia parte das primeiras playlists do grupo. Segundo Lucas, os encontros começaram ao som de músicas eletrônicas como “Rhythm of the Night” e “Ai Ai Ai Remix”, da cantora Vanessa da Mata.
Mas os pedidos do público mudaram o rumo da trilha sonora e também da experiência.
“Numa determinada terça-feira, a pedido da Victoria Souza [participante do Funpace], me rendi a deixar tocar um Noiadance que fosse audível para todos os públicos [...] Foi colocar a música e a magia acontecer. Algo instantâneo aconteceu. A atmosfera mudou”, relembra.
Segundo Lucas, a seleção musical é pensada para agradar diferentes públicos, já que muitas famílias, pais e crianças participam dos encontros. As músicas têm batidas aceleradas, ajudando o grupo a manter o ritmo durante a corrida.
“A música é parte fundamental da nossa experiência. O Noiadance reforçou a alta carga de dopamina [neurotransmissor ligado à sensação de prazer e recompensa] na corrida, especialmente quando as pessoas sentem que podem cantar e dançar juntas”, conta Lucas.
Corrida coletiva e os benefícios
Desde a pandemia, a corrida de rua ganhou ainda mais espaço no Brasil. Em Porto Velho, o crescimento pode ser visto em locais como o Espaço Alternativo, o Skate Parque e outros pontos usados para atividades ao ar livre.
Cada vez mais jovens passaram a enxergar a corrida não só como esporte, mas também como estilo de vida, lazer e forma de se conectar com outras pessoas. Esse cenário ajudou no surgimento de coletivos como o Funpace.
🏃 Na corrida, o pace (ritmo, em inglês) representa o tempo que um corredor leva para percorrer um quilômetro (min/km). O índice ajuda a medir a velocidade média, controlar a intensidade dos treinos e planejar o desempenho nas provas.
Ao g1, o preparador físico especializado em corrida, Sandro Migueres, afirmou que a pandemia teve papel importante nesse crescimento. Segundo ele, a corrida também se destaca por ser acessível.
“Com a pandemia, muitas pessoas passaram a se preocupar mais com a saúde, e a corrida foi um dos poucos esportes viáveis durante aquele período. Qualquer tênis pode atender alguém no começo, e não é necessário muito para sair na rua e correr os primeiros quilômetros”, explica.
Para Sandro, os grupos ajudam a manter a motivação e fortalecem o hábito da prática esportiva.
Segundo ele, correr acompanhado transforma completamente a experiência. Enquanto a corrida individual exige disciplina constante, o grupo cria incentivo, amizade e sensação de pertencimento.
“Correr sozinho é bom. Correr fazendo parte de um grupo é melhor. Mesmo que cada pessoa faça seu treino individualmente, ter aquela ‘resenha’ pós-treino é fundamental para se sentir parte do grupo e enxergar a atividade como uma extensão da vida cotidiana, e não apenas como obrigação”, afirma.
O especialista também alerta para os excessos. Sem orientação adequada, a prática exagerada pode causar lesões.
Além da corrida
Para muitos participantes, o Funpace já deixou de ser apenas uma corrida. Entre músicas, encontros e quilômetros compartilhados, o grupo ajudou a criar amizades, casais e novas conexões sociais em Porto Velho.
Segundo Lucas, o movimento também fortalece a economia local, movimenta o complexo da EFMM e representa um projeto pioneiro de corrida coletiva na região Norte.
Na visão dele, o Funpace “furou a bolha” e ajudou a transformar hábitos e comportamentos na capital rondoniense.
“Um horário diferente, um dia diferente, um local diferente, uma rota diferente. A adoção de dress code, linguagem própria e rituais próprios. Tudo isso para trazer um novo jeito, uma nova cultura para a cidade de Porto Velho”, conclui.
Evento Holidays Run, último encontro de 2025
Mateus Santos/g1 RO
No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
Reprodução/FUNPACE
No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
Reprodução/FUNPACE
Médicos operando o robô durante cirugia
Hospital Samar
Pela primeira vez, um robô auxiliou uma cirurgia de retirada da próstata em Rondônia. O procedimento aconteceu na última segunda-feira (12), em Porto Velho, durante uma prostatectomia robótica, técnica utilizada no tratamento de pacientes com câncer de próstata.
A cirurgia foi realizada na Rede Hospitalar Samar pelo médico Adriano Calçado, com o uso da plataforma robótica Toumai.
🔍 Na cirurgia robótica, o médico controla os instrumentos cirúrgicos por meio de um console. A tecnologia permite movimentos mais precisos e uma visualização ampliada da área operada.
Entre os pacientes submetidos ao procedimento está Jorge Luiz, que descobriu recentemente o câncer de próstata. Segundo ele, a escolha pela cirurgia robótica aconteceu pela possibilidade de uma recuperação mais rápida e pela precisão do procedimento.
“A doença é recente, eu descobri há pouco tempo. E no comecinho, ele optou por fazer essa cirurgia porque é mais, como se diz, a recuperação é mais rápida e a precisão também é muito maior do que se fosse através de uma cirurgia aberta. Então, eu espero voltar a exercer todas as funções normalmente.”
Veja os vídeos em alta no g1:
Vídeos em alta no g1
Outro paciente foi Lerval Saturnino. Após receber o diagnóstico, ele chegou a considerar fazer o tratamento fora de Rondônia, já que a cirurgia robótica ainda não era oferecida no estado.
Segundo ele, a possibilidade de realizar o procedimento em Porto Velho trouxe mais tranquilidade durante o tratamento.
“Já tenho um pensamento positivo. Porque a precisão da incisão cirúrgica com a robótica é bem melhor. A questão realmente da sequela do pós-operatório vai ficar bem melhor. E acredito nisso e tenho fé.”
Prostatectomia robótica
A realização da cirurgia acontece poucos meses após a inclusão do procedimento no rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde. Em dezembro de 2025, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que pacientes com câncer de próstata localizado ou localmente avançado tenham direito à cirurgia robótica quando houver indicação médica.
Entre os possíveis benefícios do procedimento estão menor sangramento, menos dor no pós-operatório, cortes menores e recuperação mais rápida. A técnica também pode contribuir para a preservação de nervos ligados ao controle urinário e à função erétil.
O câncer de próstata é o tipo mais comum entre homens no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 71 mil novos casos são registrados todos os anos no país. A doença também é a segunda principal causa de morte por câncer entre homens brasileiros.
Robô sendo operado pelos médicos durante cirurgia
Hospital Samar
O Ministério de Minas e Energia enfrenta falta de recursos para despesas básicas, pressão sobre estatais e déficit de pessoal para operar o Gás do Povo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, ao jornal norte-americano The Washington Post, que não pretende interferir na relação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o ex-presidente Jair Bolsonaro. "Isso é problema dele", disse.
Nenhuma aposta acertou os seis números do concurso 3.009, realizado na noite deste sábado (16), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulou e chegará a R$ 300 milhões no próximo concurso, cujo sorteio será realizado no próximo sábado, 23 de maio .
As dezenas sorteadas foram as seguintes: 04 – 06 – 08 – 18 – 21 – 30.
A quina teve 136 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 19.052,37. Já a quadra registrou mais de 6 mil apostas vencedoras e cada acertador vai receber o prêmio de, R$ 636,14.
As apostas para o sorteio do próximo concurso podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília, do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.