ermina nesta sexta-feira (1º) o prazo previsto pela lei americana que obriga o presidente dos Estados Unidos a interromper a guerra no Oriente Médio ou pedir autorização ao Congresso para continuar o...
A conta da rinha política que o centrão e o bolsonarismo decidiram bancar para desgastar o governo Lula pode ter ficado salgada demais. A avaliação não vem apenas de estrategistas que atuam para políticos de esquerda, mas também dos que estão desenhando motes para rachar o campo de direita hoje aglutinado em torno de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A guerra iniciada pelos Estados Unidos contra o Irã ultrapassará formalmente hoje os 60 dias de duração, contados a partir do dia 2 março, quando Donald Trump notificou o Congresso. Com isso, essa guerra se torna ilegal, de acordo com a Lei Federal 93-148, adotada em 1973 pelo Congresso americano.
A proximidade com as eleições que ocorrerão a partir de outubro deste ano nos alerta para o provável impacto, durante o pleito, das notícias falsas que têm sido mobilizadas em grande escala para desacreditar candidatos e o próprio sistema eleitoral.
Com a decisão do Senado de rejeitar a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para ocupar uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal), todos os holofotes se voltaram para a repercussão do caso no Palácio do Planalto, na própria Corte e nas fileiras do PT e de seus satélites.
Cientistas políticos ouvidos pelo UOL acreditam que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF não deve trazer grande impacto nas intenções de voto do presidente Lula (PT), que concorre à reeleição.
A imprensa francesa repercute nesta sexta-feira (1º) a decisão do Congresso Nacional de derrubar, na quinta-feira (30), o veto presidencial ao PL da Dosimetria que reduzia a pena do ex-chefe de Estado Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos por tentativa de golpe. Esse último revés ocorre a seis meses das eleições em que o presidente de esquerda, de 80 anos, busca um quarto mandato.