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Pablo Marçal disputa eleições presidenciais de 2026 pelo PRTB com Leonardo Avalanche de vice

Pablo Henrique Marçal, de 39 anos, natural de Goiânia (GO) e formado em direito pela Universidade Paulista (Unip), é o candidato à Presidência da República pelo Partido Renovador Trabalhista Nacional (PRTB) nas eleições gerais de 2026. Coach e influenciador digital conhecido por promover cursos de desenvolvimento pessoal na internet, ele compõe a chapa com Leonardo Avalanche, filiado à mesma legenda, que concorre ao cargo de vice-presidente.
A trajetória pública de Marçal inclui episódios de grande repercussão midiática, como a liderança de uma expedição motivacional com 32 pessoas resgatadas pelo Corpo de Bombeiros no Pico dos Marins (SP) em janeiro de 2022. No mesmo ano, atuou como pré-candidato ao Planalto e candidato a deputado federal por São Paulo. Mais recentemente, disputou a Prefeitura de São Paulo em 2024, pleito no qual foi inicialmente condenado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político, econômico e uso indevido de meios de comunicação, restrição revertida temporariamente por meio de uma liminar que garantiu o registro de sua candidatura atual.
Perfil partidário e diretrizes políticas
O PRTB, fundado em 1994 e com registro oficial obtido em 1997, posiciona-se politicamente na extrema-direita. A legenda defende o liberalismo econômico aliado ao conservadorismo nos costumes sociais, além de pregar um modelo de trabalho participativo voltado para a cooperação entre capital e força de trabalho.
Perguntas Frequentes
Quem é o candidato à Presidência pelo PRTB em 2026?
Pablo Henrique Marçal, coach, influenciador digital e advogado formado pela Unip, encabeça a chapa presidencial da legenda.
Quem compõe a chapa de Pablo Marçal como candidato a vice-presidente?
O cargo de vice é ocupado por Leonardo Avalanche, filiado ao mesmo partido, o PRTB.
Qual é o posicionamento político e ideológico do partido de Marçal?
O PRTB é caracterizado como um partido de extrema-direita que defende a liberdade econômica, o conservadorismo social e relações de trabalho participativas.
 
Com informações de Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil
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Fonte: News Rondônia

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