O real valorizado costuma produzir no Brasil um efeito recorrente. O câmbio aprecia, as pressões inflacionárias ficam temporariamente contidas, o humor econômico sobe e Brasília volta a discutir a ampliação de gastos, flexibilizações e novos benefícios permanentes como se as restrições fiscais e problemas de produtividade tivessem deixado de existir.
Fonte: UOL Noticias