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Nasa divulga imagens inéditas da Terra e da Lua registradas pela missão Artemis II

A agência espacial norte-americana (Nasa) revelou uma série de registros detalhados da Terra e da Lua capturados pela missão Artemis II. As imagens, que apresentam o planeta e o astro sob perspectivas inéditas, foram organizadas em um formato interativo de superzoom, permitindo que entusiastas da astronomia explorem crateras lunares e fenômenos atmosféricos terrestres. Entre os destaques estão as visões da cratera Orientale e da bacia Hertzsprung, além de capturas raras da Terra surgindo e se pondo no horizonte lunar enquanto a nave Orion percorria sua trajetória orbital.
Um dos pontos altos do conjunto fotográfico é a distinção clara entre as faces visível e oculta da Lua. Na porção superior das imagens, é possível observar as manchas escuras formadas por antigos fluxos de lava vulcânica, conhecidas como “mares”. Já a face inferior revela a topografia acidentada do lado oculto, região que não pode ser observada diretamente da Terra. A riqueza de detalhes permite identificar cadeias de crateras formadas por detritos de impactos milenares e a transição geológica entre áreas lisas e anéis montanhosos irregulares.
A Terra também foi protagonista de registros espetaculares. Em uma das capturas, o planeta aparece parcialmente iluminado pela luz solar, revelando duas auroras visíveis em polos opostos e o brilho difuso da luz zodiacal. Em outro momento, a nave Orion registrou o “pôr da Terra”, onde o “planeta azul” surge atrás de uma paisagem lunar marcada pela cratera Ohm. As fotos mostram formações de nuvens sobre a Austrália e a Oceania, contrastando o isolamento do espaço com a vivacidade do ambiente terrestre.
Especialistas da Nasa explicam que as sombras alongadas visíveis nas fotos, especialmente próximas à linha que separa o dia e a noite na Lua (terminador), são fundamentais para o estudo do relevo e da composição dos materiais ejetados por impactos. A missão Artemis II é um passo crucial para o retorno de humanos à superfície lunar, e a divulgação desses dados visuais ajuda a comunidade científica a mapear áreas nunca antes vistas com tal precisão, preparando o terreno para futuras explorações tripuladas.
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Fonte: News Rondônia

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