Há um canto do Ibirapuera em que a cidade se despe da pressa. Na praça desenhada por Roberto Burle Marx, o espelho d’água recolhe o céu de São Paulo, e um galpão dos anos 1930 ?mais antigo que o próprio parque? guarda o silêncio das coisas que perderam a função. Ali já se fabricaram bondes, já se serrou madeira. Hoje, a velha Serraria é um vão coberto à espera de destino.
Fonte: UOL Noticias