Uma jovem trans de 18 anos, Victória M., usou as redes sociais para relatar medo e preocupação após ser convocada para o serviço militar obrigatório. Apesar de ter explicado ser mulher trans durante a seleção, a convocação foi mantida, e ela teme o tratamento que poderá receber no Exército, descrevendo forte angústia.
Para tentar contestar a convocação, Victória chegou a ir a uma delegacia, mas foi orientada a procurar a Defensoria Pública da União. A jovem ainda não tem o nome retificado em documentos oficiais nem iniciou a transição hormonal, fatores que podem ter influenciado a manutenção da convocação.
Em suas publicações, Victória destacou a situação como angustiante e demonstrou preocupação sobre como será tratada durante o serviço militar. O caso ganhou repercussão nas redes sociais, suscitando debates sobre os direitos de pessoas trans em contextos de serviço militar obrigatório no país.
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Fonte: News Rondônia