O caso de hantavírus em Minas Gerais foi confirmado pela Secretaria de Saúde do estado, que registrou a primeira morte pela doença em 2026. A ocorrência reforça o alerta sobre a circulação do hantavírus em Minas Gerais, especialmente em áreas rurais com contato com roedores silvestres.
O registro foi confirmado pela Minas Gerais por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), após análise laboratorial da Fundação Ezequiel Dias. O paciente era um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba, e tinha histórico de exposição a ambientes rurais.
Segundo a SES-MG, o caso de hantavírus em Minas Gerais é considerado isolado e não possui relação com outros surtos registrados em diferentes regiões. A investigação reforça que a transmissão ocorre principalmente pelo contato com ambientes contaminados por roedores, e não entre pessoas.
A vigilância epidemiológica da hantavírus em Minas Gerais também confirmou que outro caso suspeito atribuído ao estado não foi validado oficialmente. A secretaria solicitou correções em sistemas nacionais de notificação para evitar divergências nos registros.
De acordo com dados oficiais, o hantavírus em Minas Gerais continua associado principalmente a áreas rurais e atividades agrícolas. A doença é considerada rara, mas potencialmente grave, podendo evoluir para complicações respiratórias e cardiovasculares.
A pesquisa e monitoramento do hantavírus em Minas Gerais contam com apoio de instituições como a Fundação Ezequiel Dias e o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atuam no diagnóstico e estudo de doenças virais no país.
As autoridades de saúde reforçam que a prevenção do hantavírus em Minas Gerais depende de cuidados em ambientes rurais, como evitar contato com roedores, manter alimentos armazenados de forma segura e higienizar corretamente locais fechados antes da limpeza.
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Fonte: News Rondônia