Se Liga Rondônia
Se Liga Rondônia

Maio Amarelo: uso de medicamentos pode comprometer a direção e aumentar riscos no trânsito

Durante a campanha do Maio Amarelo, voltada à conscientização para a segurança viária, o médico Michel Hosananh faz um alerta sobre os riscos do uso de determinados medicamentos por pessoas que dirigem, especialmente idosos e pacientes com doenças crônicas.
Segundo o especialista e docente da Afya São Lucas, medicamentos que atuam no sistema nervoso central estão entre os principais fatores de atenção no trânsito. Calmantes, ansiolíticos, antidepressivos, remédios para insônia, anticonvulsivantes, relaxantes musculares, alguns antialérgicos e analgésicos mais potentes, como opioides, podem provocar sonolência, lentidão nos reflexos, dificuldade de concentração e redução da capacidade de resposta diante de situações de risco.
O médico destaca que o perigo não está apenas em medicamentos considerados fortes. “Muitas pessoas acreditam que somente remédios mais potentes interferem na direção, mas alguns antialérgicos e relaxantes musculares, por exemplo, podem causar sonolência e comprometer a coordenação motora. Até medicamentos vendidos sem receita exigem atenção”, explica.
Entre os sinais de alerta para evitar dirigir após o uso de uma medicação estão tontura, visão turva, sensação de corpo pesado, sonolência, confusão mental, dificuldade de concentração e reflexos mais lentos. De acordo com o Dr. Michel, qualquer alteração na atenção ou no estado de alerta já deve ser considerada um indicativo para não assumir o volante.
Medicamentos utilizados no tratamento de ansiedade, depressão e insônia também exigem cuidado, principalmente no início do uso ou quando há ajuste de dose. Além dos efeitos da medicação, condições como privação de sono e ansiedade intensa podem, por si só, comprometer a condução segura.
Para pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos, Michel Hosananh explica que o organismo pode desenvolver certa adaptação aos efeitos colaterais ao longo do tempo, mas isso não elimina os riscos. Mudanças na dosagem, associação com álcool, noites mal dormidas ou o uso simultâneo de outros medicamentos podem voltar a afetar a capacidade de dirigir.
A atenção deve ser redobrada entre idosos, já que o metabolismo tende a processar medicamentos de forma mais lenta e muitos utilizam diferentes remédios ao mesmo tempo, o que aumenta a possibilidade de interações medicamentosas e efeitos adversos. Pacientes com doenças neurológicas, cardiovasculares ou distúrbios do sono também merecem acompanhamento mais rigoroso.
O especialista reforça ainda que não existe um intervalo padrão considerado seguro entre tomar uma medicação e dirigir, já que os efeitos variam conforme o medicamento, a dose e a resposta individual de cada organismo.
“A principal orientação é nunca subestimar os efeitos do medicamento. O paciente deve sempre questionar o médico sobre possíveis impactos na direção. Se houver sonolência, tontura ou redução da atenção, o mais prudente é não dirigir. No trânsito, segundos de desatenção podem resultar em consequências graves”, orienta Michel Hosananh.
Afya Amazônica
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Centro Universitário São Lucas e Afya Ji-Paraná). Tem ainda dez escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com outras 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.
Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).
Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.
Veja mais notícias


Fonte: News Rondônia

+Notícias

Últimas Notícias