O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, dia 5 de novembro de 2026, que a economia do Brasil precisa estar “arrumada” e com estabilidade para atrair capital produtivo e investidores privados. A declaração foi feita durante a abertura da 1ª Reunião do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.
Em seu discurso, o chefe do Executivo destacou que segurança jurídica e responsabilidade fiscal são pilares indispensáveis para que empresas nacionais e estrangeiras apliquem recursos no país. Segundo o presidente, nenhum investidor aplica capital em uma “economia totalmente desordenada”. Durante o encontro, o recém-criado conselho aprovou a lista oficial de minerais qualificados como críticos e estratégicos para o desenvolvimento e a transição energética do país, incluindo terras raras, grafita, níquel, potássio e nióbio.
O pronunciamento ocorreu poucas horas após o presidente convocar uma reunião de emergência no Palácio do Alvorada com a equipe econômica, ministros e economistas para debater os rumos da política fiscal e monetária do país. O encontro do grupo de trabalho tratou das diretrizes econômicas após a decisão do Banco Central de interromper o ciclo de cortes da taxa básica de juros (Selic). Ao término da agenda, o Ministério da Fazenda reafirmou a manutenção dos compromissos fiscais e das metas sociais do governo.
Perguntas Frequentes (FAQ) O que disse o presidente Lula sobre a atração de investimentos para o país?
O presidente afirmou que o país precisa manter a economia “arrumada”, com responsabilidade fiscal e segurança jurídica, para transmitir confiança aos investidores.
Quais minerais foram qualificados como estratégicos pelo novo conselho governamental?
O Conselho para Industrialização de Minerais Críticos incluiu na lista oficial recursos como terras raras, grafita, níquel, potássio e nióbio.
Quem participou da reunião sobre a conjuntura econômica no Palácio do Alvorada?
Participaram o ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, a equipe dos ministérios do Planejamento, Casa Civil e Gestão, além de ex-ministros e economistas convidados.
Com informações de Isabella Calzolari, Marcela Cunha, Mariana Assis, g1 Veja mais notícias
