A Prefeitura de Porto Velho anunciou a emissão das licenças necessárias para o início das obras de pavimentação da Expresso Porto, considerada uma rota estratégica para reduzir o fluxo de caminhões pesados na capital. A expectativa é que os serviços comecem ainda neste ano, antecipando um projeto aguardado há mais de uma década.
O avanço é resultado de uma articulação conduzida pela gestão do prefeito Léo Moraes junto ao Governo Federal e órgãos ligados à infraestrutura e transporte. Atualmente em cascalho, a via será transformada em um corredor asfaltado de aproximadamente 35 quilômetros, voltado principalmente ao escoamento da produção.
Desde o ano passado, a Prefeitura vem adotando medidas para tentar conter o intenso tráfego de carretas carregadas de grãos e outros produtos, que impactam diretamente o trânsito em áreas centrais da cidade, especialmente na avenida Jorge Teixeira. A gestão chegou a obter o controle desse fluxo por meio de decisão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que posteriormente recuou da medida.
Ao todo, serão 35 quilômetros de pista asfaltada, por onde passarão milhões de reais em produtos destinados ao escoamento para o mercado internacional | Foto: Arquivo / Secom
Segundo o prefeito, mesmo não sendo uma responsabilidade direta do Município, houve empenho para antecipar a execução do projeto. “Essa obra estava prevista para começar apenas daqui a cinco anos, mas conseguimos viabilizar as licenças para que o serviço possa ser iniciado ainda neste ano. Vamos garantir uma rota alternativa para as carretas e reduzir o fluxo na Jorge Teixeira e em outras vias”, destacou.
A obra também contou com diálogo junto ao Ministério dos Transportes, à Agência Nacional de Transportes Terrestres e à concessionária responsável, consolidando uma articulação institucional que viabilizou o avanço do projeto.
Com a pavimentação, a expectativa é de que a Expresso Porto se torne um dos principais corredores logísticos da região, permitindo o escoamento de milhões de reais em produtos destinados ao mercado internacional, especialmente por meio da hidrovia do rio Madeira. A iniciativa deve trazer impactos positivos tanto para a mobilidade urbana quanto para a economia de Rondônia.
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Fonte: News Rondônia