A justiça eleitoral mandou remover novas mentiras espalhadas por adversários, contra a candidata ao Senado Sílvia Cristina. Desta vez, em grupos de Whatsapp, pessoas que publicaram informação mentirosa de que a candidata seria autora de um projeto que criminalizaria padres e pastores, foram determinadas a remover as postagens, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, podendo chegar a até R$ 30 mil, e ainda devem responder criminalmente.
A decisão é do juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Rinaldo Forti, em três representações distintas, apresentadas pelo jurídico da candidata, que tem sido alvo de ataques e da propagação de mentiras, para tentar descredibilizar seu trabalho junto à opinião pública.
O magistrado determina ainda que as empresas de telefonia forneçam o nome completo, endereço e CPF das pessoas assinantes das linhas, para serem identificados os autores das mentiras, que irão responder criminalmente.
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